quarta-feira, 16 de setembro de 2009

EM CONFERÊNCIA DE IMPRENSA, JUNTO AO RIO, A QUERCUS CHAMA À ATENÇÃO PARA A MÁ UTILIZAÇÃO DO DOMÍNIO PÚBLICO HÍDRICO DO RIO TÂMEGA.

EM CONFERÊNCIA DE IMPRENSA, JUNTO AO RIO, A QUERCUS CHAMA À ATENÇÃO PARA A MÁ UTILIZAÇÃO DO DOMÍNIO PÚBLICO HÍDRICO DO RIO TÂMEGA.

João Branco, representante da Quercus (Associação Nacional de Conservação da Natureza) leu uma declaração escrita chamada “O rio Tâmega é a vergonha do Ambiente em Portugal”, arrasando por completo as políticas seguidas em domínio público hídrico, prometendo lutar contra a violação do quadro legal que visa «uma nova abordagem aos temas da água em Portugal, no quadro do conceito de desenvolvimento sustentável», aprovado em Resolução do Conselho de Ministros nº 113/2005.

A Quercus realizou uma conferência de imprensa na terça-feira, 15 de Setembro, às 11.30 da manhã, tendo como assistentes elementos do Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega e alguns populares.
A concentração aconteceu na Pista de Formão, mesmo junto ao rio, num local onde é evidente uma quantidade imensa de lixo, resultado óbvio da falta de civismo de quem frequenta este local que poderia ser paradisíaco.

A Quercus explica num pequeno texto o porquê da conferência de imprensa e passamos a transcrever:
Nas águas estagnadas pela Barragem do Torrão (Alpendorada e Matos – Marco de Canaveses) – a primeira com que o Ministério do Ambiente iniciou a artificialização do Tâmega – acumula-se todo o tipo de poluição proveniente das águas residuais urbanas e industriais que ainda não foram eliminadas do rio. A situação é de tal modo insustentável que o estado eutrófico que o rio Tâmega apresenta é visível à vista desarmada”.

Delfim Carvalho, in Amarante Jornal - 15 de Setembro de 2009

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