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quinta-feira, 2 de julho de 2015
PNBEPH - TÂMEGA: Impasse na decisão da Construção da Barragem de Fridão está a “boicotar” desenvolvimento da região
PNBEPH - TÂMEGA
IMPASSE NA DECISÃO DA CONSTRUÇÃO DA BARRAGEM DE FRIDÃO ESTÁ A "BOICOTAR" DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO
A falta de decisão relativamente barragem de Fridão da EDP e do Governo de Portugal levou à tomada de posição conjunta dos municípios de Celorico de Basto, Mondim de Basto, Cabeceiras de Basto, Ribeira de Pena e Amarante que, pela voz dos seus 5 presidentes de Câmara, em conferência de imprensa, demonstraram o cansaço sentido face ao Impasse no Aproveitamento Hidroelétrico da Barragem de Fridão.
O autarca de Celorico, porta-voz na conferência de imprensa, salientou compreender a demora no desenvolvimento de uma proposta e uma decisão de investimento e aceitar também que possa demorar algum tempo entre o momento de uma decisão e a sua concretização. Não entendem porém “a falta de decisão clara e inequívoca da barragem de Fridão passados 7 anos de uma obra publicamente anunciada. Foram negociados protocolos, por vezes em vários episódios com cada Câmara Municipal sem que nada do que neles consta tenha sortido qualquer efeito, nem tenha havido qualquer contrapartida paga, seja para os municípios que investiram considerando a palavra dada pela EDP, seja para os que, ficando à espera de pagamento, perderam entretanto a oportunidade de realizar alguns dos investimentos, os quais consideravam apoios previstos no Quadro Comunitário de Apoio de 2007-2013”.
O presidente da Câmara de Mondim, Humberto Cerqueira fez questão de salientar e reforçar o seu desagrado por tomar conhecimento da evolução do processo pela comunicação social. “Estamos abertos ao diálogo para resolver esta situação o mais célere possível. Vamos sabendo da evolução deste processo pela comunicação social, como a suspensão do PDM nos 5 municípios decida em concelho de ministros ou a hipótese de não construção da barragem.”
Uma situação que prejudica a evolução dos concelhos ao nível do investimento público e privado como reforçou o presidente da Câmara de Amarante, José Gaspar. “Durante estes 7 anos o investimento público ficou congelado. E o investimento privado viu-se proibido de aproveitar os fundos comunitários do quadro comunitário que vigorou nesses 7 anos, um prejuízo imensurável.”
Os autarcas exigiram em uníssono a resolução desta situação. “Precisamos que esta situação se resolva, não podemos gerir os municípios com este impasse. São os interesses das populações que estão em causa, e iremos lutar para os defender, independentemente da decisão de construir ou não construir. Precisamos é que sejam claros e objetivos numa tomada de decisão rápida, a partir desse momento atuaremos em conformidade pela via que acharmos mais adequada”, sublinhou Joaquim Mota e Silva.
Ficou ainda claro o pedido de audiência aos altos responsáveis pelo andamento do processo refira-se ao Presidente do Conselho de Administração da EDP, António Mexia, o Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, João Moreira da Silva e, ainda Presidente da Comissão de Coordenação Regional do Norte. De quem “esperamos colaboração em obter o que desejamos, a tudo estando disponíveis, conjuntamente na defesa dos interesses daqueles que nos elegeram para defender os seus direitos e legítimos interesses”, disse.
A falta de decisão relativamente barragem de Fridão da EDP e do Governo de Portugal levou à tomada de posição conjunta dos municípios de Celorico de Basto, Mondim de Basto, Cabeceiras de Basto, Ribeira de Pena e Amarante que, pela voz dos seus 5 presidentes de Câmara, em conferência de imprensa, demonstraram o cansaço sentido face ao Impasse no Aproveitamento Hidroelétrico da Barragem de Fridão.
O autarca de Celorico, porta-voz na conferência de imprensa, salientou compreender a demora no desenvolvimento de uma proposta e uma decisão de investimento e aceitar também que possa demorar algum tempo entre o momento de uma decisão e a sua concretização. Não entendem porém “a falta de decisão clara e inequívoca da barragem de Fridão passados 7 anos de uma obra publicamente anunciada. Foram negociados protocolos, por vezes em vários episódios com cada Câmara Municipal sem que nada do que neles consta tenha sortido qualquer efeito, nem tenha havido qualquer contrapartida paga, seja para os municípios que investiram considerando a palavra dada pela EDP, seja para os que, ficando à espera de pagamento, perderam entretanto a oportunidade de realizar alguns dos investimentos, os quais consideravam apoios previstos no Quadro Comunitário de Apoio de 2007-2013”.
O presidente da Câmara de Mondim, Humberto Cerqueira fez questão de salientar e reforçar o seu desagrado por tomar conhecimento da evolução do processo pela comunicação social. “Estamos abertos ao diálogo para resolver esta situação o mais célere possível. Vamos sabendo da evolução deste processo pela comunicação social, como a suspensão do PDM nos 5 municípios decida em concelho de ministros ou a hipótese de não construção da barragem.”
Uma situação que prejudica a evolução dos concelhos ao nível do investimento público e privado como reforçou o presidente da Câmara de Amarante, José Gaspar. “Durante estes 7 anos o investimento público ficou congelado. E o investimento privado viu-se proibido de aproveitar os fundos comunitários do quadro comunitário que vigorou nesses 7 anos, um prejuízo imensurável.”
Os autarcas exigiram em uníssono a resolução desta situação. “Precisamos que esta situação se resolva, não podemos gerir os municípios com este impasse. São os interesses das populações que estão em causa, e iremos lutar para os defender, independentemente da decisão de construir ou não construir. Precisamos é que sejam claros e objetivos numa tomada de decisão rápida, a partir desse momento atuaremos em conformidade pela via que acharmos mais adequada”, sublinhou Joaquim Mota e Silva.
Ficou ainda claro o pedido de audiência aos altos responsáveis pelo andamento do processo refira-se ao Presidente do Conselho de Administração da EDP, António Mexia, o Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, João Moreira da Silva e, ainda Presidente da Comissão de Coordenação Regional do Norte. De quem “esperamos colaboração em obter o que desejamos, a tudo estando disponíveis, conjuntamente na defesa dos interesses daqueles que nos elegeram para defender os seus direitos e legítimos interesses”, disse.
in Celorico de Basto - 2 de Julho de 2015
quarta-feira, 14 de março de 2012
PNBEPH - Tâmega: Construção de Barragem de Fridão Anunciada pela EDP

PNBEPH - Tâmega
Construção de Barragem de Fridão Anunciada pela EDP
A EDP anunciou o avanço do projecto de construção da barragem de Fridão, no rio Tâmega, estando o concurso de construção e fornecimento de equipamento hidroeléctrico para a barragem, em curso. A barragem, que faz parte do Plano Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroelétrico, vai permitir um melhor aproveitamento dos recursos do Tâmega.Estima-se que o potencial hídrico do país esteja muito subaproveitado, apenas cerca de 45% a nível nacional. Esta percentagem vai subir para 75% após a completa implementação do plano nacional de barragens.
Fonte: Agência Financeira, Foto: Protamega
Cristina Santos, in engenharia & construção - 14 de Março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
Celorico de Basto - Barragem de Fridão: Atraso na obra prejudica a economia do Baixo Tâmega (autarca de Celorico de Basto)

Celorico de Basto - Barragem de Fridão
Atraso na obra prejudica a economia do Baixo Tâmega (autarca de Celorico de Basto)
O autarca de Celorico de Basto disse hoje que o atraso no início da construção da barragem de Fridão, no rio Tâmega, prejudica a economia de uma região onde o desemprego e a emigração têm crescido nos últimos meses.
Joaquim Mota e Silva (PSD) disse à Lusa que o país e a região "não se podem dar ao luxo" de adiar o arranque de uma obra que pode servir de "almofada social" à situação económica do Baixo Tâmega.
O edil de Celorico de Basto comentava o anúncio da EDP, na terça-feira, à agência Lusa, de que a obra de construção daquele empreendimento hidroelétrico deverá avançar antes do final de 2012.
Lusa, in Visão - 8 de Março de 2012
O autarca de Celorico de Basto disse hoje que o atraso no início da construção da barragem de Fridão, no rio Tâmega, prejudica a economia de uma região onde o desemprego e a emigração têm crescido nos últimos meses.
Joaquim Mota e Silva (PSD) disse à Lusa que o país e a região "não se podem dar ao luxo" de adiar o arranque de uma obra que pode servir de "almofada social" à situação económica do Baixo Tâmega.
O edil de Celorico de Basto comentava o anúncio da EDP, na terça-feira, à agência Lusa, de que a obra de construção daquele empreendimento hidroelétrico deverá avançar antes do final de 2012.
Lusa, in Visão - 8 de Março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
EDP - Rio Tâmega: Construção de mais uma barragem avança até fim do ano
EDP - Rio Tâmega
Construção de mais uma barragem avança até fim do ano
EDP diz que propostas para construção da barragem de Fridão, no rio Tâmega, estão já na fase de análise
A construção da barragem de Fridão, no rio Tâmega, deverá avançar até ao final deste ano, revelou esta terça-feira à Lusa fonte da EDP.
Segundo a empresa, as propostas do concurso público para a construção daquela infraestrutura, incluída no Plano Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico, já se encontram em fase de análise.
A mesma fonte revela também que já foi lançado concurso para a aquisição do equipamento.
No conjunto dos dois concursos está previsto um investimento de cerca de 300 milhões de euros, a realizar ao longo de quatro anos, o prazo previsto para a empreitada.
A EDP sublinha que a obra deverá arrancar quando for aprovado o Relatório de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (RECAPE), o qual, ainda em fase de execução, contempla medidas para minimizar o impacte ambiental do empreendimento hidroeléctrico.
O anúncio da EDP ocorreu no dia em que o secretário de Estado da Energia, Henrique Gomes, visitou Celorico de Basto, um dos concelhos cujo território vai ser afectado pela construção da barragem de Fridão.
Em abril de 2010, o Ministério do Ambiente emitiu a declaração de impacto ambiental (DIA) condicionada à cota mais baixa da barragem do Fridão.
A barragem de Fridão afetará território dos concelhos de Amarante, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto e Mondim de Basto.
À Lusa, o secretário de Estado sublinhou a importância daquela barragem, sobretudo porque vai permitir aproveitar melhor os recursos hídricos do país.
Segundo Henrique Gomes, só 45% do potencial hídrico português é aproveitado para produzir energia, valor que deverá subir para 75% quando for concluído o plano nacional de barragens.
O secretário de Estado presidiu hoje à cerimónia de posse dos membros do Conselho Municipal para a Eficiência Energética (CMEE).
O governante elogiou a iniciativa da autarquia local, considerando que o CMEE é «uma referência nacional que deve ser acarinhada».
Este órgão, liderado pela edilidade, reúne representantes de organismos, associações e empresas do concelho ligadas à produção de energia.
O CMEE propõe-se promover medidas concertadas que contribuam para a eficiência energética. As acções vão ser propostas e estudadas naquele órgão, dando origem a um plano de acção, acompanhado por um observatório energético.
Redacção, in Agência Financeira - 6 de Março de 2012
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Microalgas - Mondim de Basto: Rio Tâmega demasiado poluído para banhos

Microalgas - Mondim de Basto
Rio Tâmega demasiado poluído para banhos
O presidente da Junta de Freguesia de Mondim de Basto apela para que se trave a construção da barragem para evitar mais poluição.
A água do rio Tâmega está esverdeada e cheia de microalgas. O presidente da Junta de Freguesia de Mondim de Basto, Fernando Gomes, garante que o rio nunca se apresentou tão poluído e alerta a população para que não vá a banhos.
Ouvido esta manhã pela Renascença, Fernando Gomes defende ainda que seja travada a construção da barragem de Fridão, para evitar o agravamento da poluição.
“Dado o prolongamento do verão e falta de chuva, o rio ficou com algas, água não está oxigenada e isto é uma situação que preocupa porque está prevista a construção da barragem do Fridão no Tâmega e conforma indicações dos especialistas, com a construção dessa barragem, vamos ter uma albufeira completamente atrofizada como há no Torrão.
Assim não pode haver nenhuma exploração do nível turístico nem de lazer, nem lúdico”, alerta o responsável.
A barragem de Fridão é uma das 10 que constam do Plano Nacional de Barragens, com elevado potencial hidroelétrico. Vai afectar os concelhos de Amarante, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto e Mondim de Basto. Está em processo de licenciamento e as obras estão previstas para arrancar no próximo ano.
in Rádio Renascença - 5 de Outubro de 2011
Rio Tâmega demasiado poluído para banhos
O presidente da Junta de Freguesia de Mondim de Basto apela para que se trave a construção da barragem para evitar mais poluição.A água do rio Tâmega está esverdeada e cheia de microalgas. O presidente da Junta de Freguesia de Mondim de Basto, Fernando Gomes, garante que o rio nunca se apresentou tão poluído e alerta a população para que não vá a banhos.
Ouvido esta manhã pela Renascença, Fernando Gomes defende ainda que seja travada a construção da barragem de Fridão, para evitar o agravamento da poluição.
“Dado o prolongamento do verão e falta de chuva, o rio ficou com algas, água não está oxigenada e isto é uma situação que preocupa porque está prevista a construção da barragem do Fridão no Tâmega e conforma indicações dos especialistas, com a construção dessa barragem, vamos ter uma albufeira completamente atrofizada como há no Torrão.
Assim não pode haver nenhuma exploração do nível turístico nem de lazer, nem lúdico”, alerta o responsável.
A barragem de Fridão é uma das 10 que constam do Plano Nacional de Barragens, com elevado potencial hidroelétrico. Vai afectar os concelhos de Amarante, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto e Mondim de Basto. Está em processo de licenciamento e as obras estão previstas para arrancar no próximo ano.
in Rádio Renascença - 5 de Outubro de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Barragem de Fridão - Tâmega: Câmara contesta algumas medidas propostas no RECAPE

Barragem de Fridão - Tâmega
Câmara contesta algumas medidas propostas no RECAPE
A Câmara Municipal de Mondim de Basto apresentou uma exposição escrita à Agência Portuguesa do Ambiente, no âmbito do Acompanhamento Público do Relatório de Conformidade Ambiental do Projecto de Execução (RECAPE) do “Aproveitamento Hidroeléctrico de Fridão”, na qual contesta algumas das medidas propostas no referido Relatório.
No documento apresentado, foram levantadas questões que se considera não terem sido devidamente salvaguardadas, nomeadamente o que diz respeito à recuperação dos moinhos existentes, aos restabelecimentos das ligações pedonais entre Bromela e Agunchos (Ponte dos Cabrestos) e entre Montão e Vilar de Viando (Ponte Medieval do Cabril) e ainda do acesso que liga as freguesias de Paradança a Rebordelo (Amarante).
Além disso, foram também manifestadas preocupações relativamente ao Nível Mínimo de Exploração referido no RECAPE (NmE 150), que difere do anteriormente colocado em Consulta Pública (NmE 155).
A autarquia mostra-se assim atenta ao desenvolvimento de todo este processo, intervindo, sempre, no sentido de salvaguardar o interesse dos munícipes.
in Notícias de Vila Real - 27 de Julho de 2011
A Câmara Municipal de Mondim de Basto apresentou uma exposição escrita à Agência Portuguesa do Ambiente, no âmbito do Acompanhamento Público do Relatório de Conformidade Ambiental do Projecto de Execução (RECAPE) do “Aproveitamento Hidroeléctrico de Fridão”, na qual contesta algumas das medidas propostas no referido Relatório.
No documento apresentado, foram levantadas questões que se considera não terem sido devidamente salvaguardadas, nomeadamente o que diz respeito à recuperação dos moinhos existentes, aos restabelecimentos das ligações pedonais entre Bromela e Agunchos (Ponte dos Cabrestos) e entre Montão e Vilar de Viando (Ponte Medieval do Cabril) e ainda do acesso que liga as freguesias de Paradança a Rebordelo (Amarante).
Além disso, foram também manifestadas preocupações relativamente ao Nível Mínimo de Exploração referido no RECAPE (NmE 150), que difere do anteriormente colocado em Consulta Pública (NmE 155).
A autarquia mostra-se assim atenta ao desenvolvimento de todo este processo, intervindo, sempre, no sentido de salvaguardar o interesse dos munícipes.
in Notícias de Vila Real - 27 de Julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Barragens - Linhas de Muito Alta Tensão: Palestra sobre impactes da Barragem do Fridão em Mondim de Basto

Barragens - Linhas de Muito Alta Tensão
Palestra sobre impactes da Barragem de Fridão em Mondim de Basto
Vai realizar-se a 15 de Julho, às 21h30, na Freguesia de Mondim de Basto, uma palestra sobre a Barragem de Fridão, no âmbito do acompanhamento público do Aproveitamento Hidroeléctrico de Fridão, subordinada ao tema “Linhas de Muito Alta Tensão - Os Impactes Negativos no Território”.
A palestra terá lugar no auditório da Escola EB 2,3/S de Mondim de Basto. O orador convidado é João Joanaz de Melo, professor na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e presidente da Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA).
in Notícias de Vila Real - 14 de Julho de 2011
Palestra sobre impactes da Barragem de Fridão em Mondim de Basto
Vai realizar-se a 15 de Julho, às 21h30, na Freguesia de Mondim de Basto, uma palestra sobre a Barragem de Fridão, no âmbito do acompanhamento público do Aproveitamento Hidroeléctrico de Fridão, subordinada ao tema “Linhas de Muito Alta Tensão - Os Impactes Negativos no Território”.
A palestra terá lugar no auditório da Escola EB 2,3/S de Mondim de Basto. O orador convidado é João Joanaz de Melo, professor na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e presidente da Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA).
in Notícias de Vila Real - 14 de Julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
Tâmega - Barragem de Fridão: Autarcas de Basto atrás do maná da EDP


Tâmega - Barragem de Fridão
Autarcas de Basto atrás do maná da EDP


(...) A Barragem de Fridão, no rio Tâmega, que vai afectar território dos quatro municípios de Basto, é vista pelos presidentes como uma oportunidade para potenciar a empregabilidade e o turismo.
No entanto, os quatro não esconderam o desconforto com os problemas ambientais associados à infraestrutura, exigindo conpensações financeiras da EDP, como vincou Joaquim Barreto.
Armindo Pereira Mendes / Lusa, in Tâmega online (25 de Junho de 2011) e Tâmega Jornal, N.º 72, Ano 3 (p. 12) - 15 de Julho de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Eleições Legislativas 2011 - Amarante: Candidato do PDA apelida de «aberração» o Programa Nacional de Barragens
Eleições Legislativas 2011 - Amarante
Candidato do PDA apelida de «aberração» o Programa Nacional de Barragens

Pedro Baptista, cabeça-de-lista pelo Partido Democrático do Atlântico, defendeu ontem, durante um encontro em Amarante (...) de "aberração" o Plano Nacional de Barragens defendido pelos dois principais partidos com assento parlamentar.
Pedro Baptista (Partido Democrático do Atlântico - PDA), in Jornal de Notícias, N.º 359, Ano 123 (p. 13) - 26 de Maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Amarante - Barragem de Fridão: Camara de Amarante troca milhões da EDP pela segurança dos amarantinos
Tâmega - Barragem de Fridão: Câmara de Amarante aceita compensação de 5,6 milhões de euros da EDP

Tâmega - Barragem de Fridão
Câmara de Amarante aceita compensação de 5,6 milhões de euros da EDP
Armindo Mendes / Lusa, in Tâmega Jornal, N.º 68, Ano 3 (p. 7) - 13 de Maio de 2011quinta-feira, 5 de maio de 2011
Mondim de Basto - Câmara Municipal: Humberto Cerqueira irritou-se com protesto anti-barragem em festival de rock
Mondim de Basto - Câmara Municipal
Humberto Cerqueira irritou-se com protesto anti-barragem em festival de rock
A final da 2.ª edição Rock n'Bee ficou marcada por um pequeno incidente que envolveu Humberto Cerqueira e dois espectadores presentes no pavilhão dos bombeiros mondinenses.
Ao que o Jornal O Basto pode apurar, o assessor de cultura apresentava o Presidente da Câmara para entregar o prémio aos vencedores da edição, os Qing of Qong, quando foi interrompido por um pequeno coro da assistência que gritava "EDP, EDP, EDP", ironizando a relação estreita que a empresa responsável pela barragem do Fridão tem mantido com os autarcas da região.
O cântico pacífico silenciou parcialmente a plateia, que não terá percebido a situação, sendo cessado perante o olhar irritado de Humberto Cerqueira. Não conformado, o edil mondinense dirigiu-se junto do grupo que acompanhava os activistas, residentes em Arco de Baúlhe e conhecidos pela sua posição contra o plano nacional de barragens, sugerindo que fossem protestar para "a terra" deles, que não ali teriam direito para se manifestarem. Os manifestantes terão respondido que o faziam em defesa da região toda, da qual fazem parte, apontando que as decisões tomadas em Celorico e Mondim também afectavam as populações a montante, propondo a Humberto Cerqueira que reconsiderasse a sua postura perante a EDP e o Governo.
Recorde-se que a Câmara Municipal de Mondim de Basto assinou um protocolo com a Estradas de Portugal e a EDP para ligação da sede de concelho à Variante do Tâmega (EN 210) como forma de compensar os impactos negativos da albufeira de Fridão. O acordo foi prontamente denunciado por vários activistas da região de Basto e pelo presidente da Junta de Mondim de Basto, Fernando Gomes, porque assentava numa promessa do Governo central, por cumprir desde o encerramento da Linha do Tâmega em Janeiro de 1990. Entretanto, a "operação de charme" da eléctrica nacional, tem-se extendido para diversas áreas. Além de patrocinador oficial do Mondinense F.C., a empresa liderada por António Mexia também, supostamente, pagará as despesas com o Serviço de Atendimento Permanente no Centro de Saúde de Celorico de Basto, até abertura do novo Hospital de Amarante.
in O Basto - 5 de Maio de 2011
Humberto Cerqueira irritou-se com protesto anti-barragem em festival de rock
A final da 2.ª edição Rock n'Bee ficou marcada por um pequeno incidente que envolveu Humberto Cerqueira e dois espectadores presentes no pavilhão dos bombeiros mondinenses.Ao que o Jornal O Basto pode apurar, o assessor de cultura apresentava o Presidente da Câmara para entregar o prémio aos vencedores da edição, os Qing of Qong, quando foi interrompido por um pequeno coro da assistência que gritava "EDP, EDP, EDP", ironizando a relação estreita que a empresa responsável pela barragem do Fridão tem mantido com os autarcas da região.
O cântico pacífico silenciou parcialmente a plateia, que não terá percebido a situação, sendo cessado perante o olhar irritado de Humberto Cerqueira. Não conformado, o edil mondinense dirigiu-se junto do grupo que acompanhava os activistas, residentes em Arco de Baúlhe e conhecidos pela sua posição contra o plano nacional de barragens, sugerindo que fossem protestar para "a terra" deles, que não ali teriam direito para se manifestarem. Os manifestantes terão respondido que o faziam em defesa da região toda, da qual fazem parte, apontando que as decisões tomadas em Celorico e Mondim também afectavam as populações a montante, propondo a Humberto Cerqueira que reconsiderasse a sua postura perante a EDP e o Governo.
Recorde-se que a Câmara Municipal de Mondim de Basto assinou um protocolo com a Estradas de Portugal e a EDP para ligação da sede de concelho à Variante do Tâmega (EN 210) como forma de compensar os impactos negativos da albufeira de Fridão. O acordo foi prontamente denunciado por vários activistas da região de Basto e pelo presidente da Junta de Mondim de Basto, Fernando Gomes, porque assentava numa promessa do Governo central, por cumprir desde o encerramento da Linha do Tâmega em Janeiro de 1990. Entretanto, a "operação de charme" da eléctrica nacional, tem-se extendido para diversas áreas. Além de patrocinador oficial do Mondinense F.C., a empresa liderada por António Mexia também, supostamente, pagará as despesas com o Serviço de Atendimento Permanente no Centro de Saúde de Celorico de Basto, até abertura do novo Hospital de Amarante.
in O Basto - 5 de Maio de 2011
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Tâmega - Associação cívica Pró-Tâmega: Travar a Barragem de Fridão no Tribunal Administrativo
Publicada por
Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega (MCDT)
à(s)
19:31
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quinta-feira, 29 de julho de 2010
Mondim de Basto - Ligação à EN210: Governante pediu desculpa pelo atraso de dois anos

Mondim de Basto - Ligação à EN210
Governante pediu desculpa pelo atraso de dois anos
Governante pediu desculpa pelo atraso de dois anos
.
Reivindicada há mais de 25 anos, e dois anos depois de ter sido anunciada publicamente, parece ser desta que a estrada, que liga Mondim de Basto à Nacional 210, vai sair do papel. A responsabilidade financeira da construção do troço de três quilómetros é agora repartida entre o Governo e a EDP, que vai garantir a reposição das pontes sobre os rios Tâmega e Veade, infra-estruturas que vão desaparecer com a construção da Barragem de Fridão.“Estamos a honrar um compromisso, apesar de algum atraso. A nossa ambição não foi concretizável no timing previsto. Por isso peço desculpa”. Assumiu Paulo Campos, secretário de Estado das Obras Públicas e Comunicações, que, no dia 23, homologou o protocolo assinado entre a Câmara Municipal de Mondim de Basto, a Estradas de Portugal (EP) e a EDP, para a construção da ligação entre aquele concelho e a Estrada Nacional (EN) 210, uma obra...
Maria Meireles, in A Voz de Trás-os-Montes, Edição N.º 3137 (p. 12) - 29 de Julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Barragem de Fridão - Promessa renovada: Ligação Mondim de Basto à EN210

Ligação Mondim de Basto à EN210
Realizou-se no passado dia 23 de Julho a cerimónia de assinatura do Protocolo entre a EP - Estradas de Portugal, S.A., a EDP e a Câmara Municipal de Mondim de Basto, para a construção da Ligação de Mondim de Basto à EN210.
A construção desta ligação com cerca de três quilómetros, tem como objectivo aproximar Mondim de Basto da Via do Tâmega e restabelecer a rede viária afectada pelo Aproveitamento Hidroeléctrico de Fridão, através de uma via com melhores condições de circulação, com maior segurança e conforto.
Esta nova via irá permitir uma significativa redução do tempo de percurso possibilitando a melhoria da qualidade de vida das populações locais e o desenvolvimento socioeconómico da região.
A cada entidade cabem as seguintes responsabilidades:
Realizou-se no passado dia 23 de Julho a cerimónia de assinatura do Protocolo entre a EP - Estradas de Portugal, S.A., a EDP e a Câmara Municipal de Mondim de Basto, para a construção da Ligação de Mondim de Basto à EN210.
A construção desta ligação com cerca de três quilómetros, tem como objectivo aproximar Mondim de Basto da Via do Tâmega e restabelecer a rede viária afectada pelo Aproveitamento Hidroeléctrico de Fridão, através de uma via com melhores condições de circulação, com maior segurança e conforto.
Esta nova via irá permitir uma significativa redução do tempo de percurso possibilitando a melhoria da qualidade de vida das populações locais e o desenvolvimento socioeconómico da região.
A cada entidade cabem as seguintes responsabilidades:
- A Estradas de Portugal assume a aprovação dos estudos e projectos associados à Obra, colabora na preparação e lançamento da empreitada, arca a componente financeira da Obra relativa à vertente rodoviária, com a excepção da construção das Obras de Arte e respectivos acessos, e é responsável pela exploração e manutenção da infra-estrutura.
- A EDP é responsável pela elaboração dos estudos e projectos associados à Obra, de ser Dono-de-Obra e assume a componente financeira da empreitada relativa à construção das Pontes sobre o Rio Tâmega e Veade e respectivos acessos.
- A C.M. Mondim de Basto assume a aprovação do projecto de iluminação e irá colaborar no desenvolvimento dos estudos e consequente Obra.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Barragem de Fridão versus Via do Tâmega: Câmara de Mondim assegura a construção da ligação de Mondim à via do Tâmega

Barragem de Fridão versus Via do Tâmega
Câmara de Mondim assegura a construção da ligação de Mondim à via do Tâmega

Foi asssinado pela Estradas de Portugal (EP), a EDP e a Câmara Municipal, com a presença do Secretário de Estado das Obras Públicas e Comunicações, Paulo Campos, um protocolo que define as responsabilidades de cada uma destas entidades na ligação de Mondim de Basto à EN 210 em Celorico de Basto.
Mondim é o único concelho da Região de Basto que não dispõe de nenhuma ligação à rede de autoestradas que cruzam a região. "Esta ligação há muito desejada e reclamada pelos habitantes de Mondim é estruturante para o desenvolvimento do concelho", como referiu o Presidente da Câmara, Humberto Cerqueira, na sua intervenção.
Com a emissão da Declaração de Impacte Ambiental da Barragem de Fridão, esta ligação passou a fazer parte do lote de reposições impostas à EDP. Sobre este assunto, Humberto Cerqueira referiu que "é importante separar as águas. Esta obra é uma obrigação repartida entre o Governo e a EDP".
Lembrou que o projecto desta ligação foi já adjudicado em 2008 e que, posteriormente, em consequência do processo de construção da Barragem de Fridão, a EDP passou a estar envolvida na obra.
A partir desse momento, o Presidente da autarquia desdobrou-se em contactos, assumindo um papel de intermediário, que resultou no documento agora assinado.
Os custos desta obra serão repartidos entre as Estradas de Portugal e da EDP, enquanto empresa responsável pela concessão da Barragem de Fridão.
A conclusão desta ligação terá um impacto muito positivo na economia local.
Mondim é o único concelho da Região de Basto que não dispõe de nenhuma ligação à rede de autoestradas que cruzam a região. "Esta ligação há muito desejada e reclamada pelos habitantes de Mondim é estruturante para o desenvolvimento do concelho", como referiu o Presidente da Câmara, Humberto Cerqueira, na sua intervenção.
Com a emissão da Declaração de Impacte Ambiental da Barragem de Fridão, esta ligação passou a fazer parte do lote de reposições impostas à EDP. Sobre este assunto, Humberto Cerqueira referiu que "é importante separar as águas. Esta obra é uma obrigação repartida entre o Governo e a EDP".
Lembrou que o projecto desta ligação foi já adjudicado em 2008 e que, posteriormente, em consequência do processo de construção da Barragem de Fridão, a EDP passou a estar envolvida na obra.
A partir desse momento, o Presidente da autarquia desdobrou-se em contactos, assumindo um papel de intermediário, que resultou no documento agora assinado.
Os custos desta obra serão repartidos entre as Estradas de Portugal e da EDP, enquanto empresa responsável pela concessão da Barragem de Fridão.
A conclusão desta ligação terá um impacto muito positivo na economia local.
in Município de Mondim de Basto - 26 de Julho de 2010
Amarante - Barragem de Fridão: Pró-Tâmega lança acção judicial contra estudo ambiental
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Celorico de Basto - Contrapartidas pela Barragem de Fridão: Câmara recusa assinar protocolo com a EDP
Barragem de Fridão - Protocolo CMMB-EDP-EP: POSIÇÃO DA CONCELHIA DO CDS-PP DE MONDIM DE BASTO

Barragem de Fridão - Protocolo CMMB-EDP-EP
POSIÇÃO DA CONCELHIA DO CDS-PP DE MONDIM DE BASTO
Pela quarta vez é prometido aos mondinenses o que nunca houve vontade, ou capacidade, de realizar: que irão finalmente ser executadas as obras que compensariam o concelho de Mondim e os mondinense da perca sofrida há mais de duas décadas com a extinção da Linha Férrea do Tâmega.
Mas que garantias poderão ter os mondinenses que esta promessa é para cumprir quando as outras o não foram?
O município encontra-se efectivamente lesado porque se aquelas promessas tivessem sido cumpridas em devido tempo, poderíamos agora estar a obter as devidas compensações para os novos prejuízos que as agressões ambientais decorrentes da prevista Barragem de Fridão vem constituir.
Fala-se e acena-se agora, como se se tratasse de uma enorme benesse das compensações que aí vêm, consignadas neste Protocolo: ligação à EN 210 e construção das Pontes. Mas uma já estava repetidamente prometida e outra é-nos tirada pela construção da barragem.
Que compensações então aí vêm? E sobretudo, como poderemos acreditar que é para aqui que vêm, para a Região de Basto, para Mondim, para os Mondinenses, se as verbas já recebidas pelo Estado, por conta das barragens, foram aplicadas na sociedade que implementa os Programas Polis por todo o país, menos por Mondim?
Mondim foi até agora contemplado com quê? Com nada.
O que foi já recebido por conta dos prejuízos futuros causados foram investidos noutros locais do país.
E voltamos a afirmar muito claramente o seguinte: Pretende o Governo endossar a terceiros, a empresas dominadas pelo Estado, o pagamento duma compensação que há mais de 23 anos nos é devida pela extinção da Linha Férrea do Tâmega que nos servia? E pretende que acreditemos que o vai cumprir?
Quanto a nós, nada nos pode garantir que os objectivos apontados nesta encenação política, preâmbulo da campanha eleitoral para a presidência, venha a ser cumprida, até que se prove que há realmente uma vontade clara de garantir as ligações porque o concelho espera, prometidas não por outro governo, não por outro Ministro, mas por este mesmo Secretário de Estado que aqui veio agora assegurar – mais uma vez – com a sua presença, o que até agora nunca foi cumprido.
Mondim, na realidade, vai continuar a ser lesado pela irresponsabilidade e pelo incumprimento de promessas do actual Governo.
E mesmo que esse Governo viesse a cumprir o que agora se estabelece em Protocolo, o que pretendem fazer com Atei? Quando não se reconhece formalmente o direito que a sua população tem em ter uma ligação digna à Auto-Estrada A7.
Por todas estas razões já vários outros autarcas e órgãos autárquicos de concelhos vizinhos se recusaram a dar o aval a situações tão dúbias, e a promessas tão vagas.
E o CDS/PP de Mondim não pode, nem deve, também ele, fazer outra coisa senão denunciar a fragilidade e inconsistência de encenações como estas que poderão servir vários interesse mas que não servem os dos mondinenses.
Pela quarta vez é prometido aos mondinenses o que nunca houve vontade, ou capacidade, de realizar: que irão finalmente ser executadas as obras que compensariam o concelho de Mondim e os mondinense da perca sofrida há mais de duas décadas com a extinção da Linha Férrea do Tâmega.
Mas que garantias poderão ter os mondinenses que esta promessa é para cumprir quando as outras o não foram?
O município encontra-se efectivamente lesado porque se aquelas promessas tivessem sido cumpridas em devido tempo, poderíamos agora estar a obter as devidas compensações para os novos prejuízos que as agressões ambientais decorrentes da prevista Barragem de Fridão vem constituir.
Fala-se e acena-se agora, como se se tratasse de uma enorme benesse das compensações que aí vêm, consignadas neste Protocolo: ligação à EN 210 e construção das Pontes. Mas uma já estava repetidamente prometida e outra é-nos tirada pela construção da barragem.
Que compensações então aí vêm? E sobretudo, como poderemos acreditar que é para aqui que vêm, para a Região de Basto, para Mondim, para os Mondinenses, se as verbas já recebidas pelo Estado, por conta das barragens, foram aplicadas na sociedade que implementa os Programas Polis por todo o país, menos por Mondim?
Mondim foi até agora contemplado com quê? Com nada.
O que foi já recebido por conta dos prejuízos futuros causados foram investidos noutros locais do país.
E voltamos a afirmar muito claramente o seguinte: Pretende o Governo endossar a terceiros, a empresas dominadas pelo Estado, o pagamento duma compensação que há mais de 23 anos nos é devida pela extinção da Linha Férrea do Tâmega que nos servia? E pretende que acreditemos que o vai cumprir?
Quanto a nós, nada nos pode garantir que os objectivos apontados nesta encenação política, preâmbulo da campanha eleitoral para a presidência, venha a ser cumprida, até que se prove que há realmente uma vontade clara de garantir as ligações porque o concelho espera, prometidas não por outro governo, não por outro Ministro, mas por este mesmo Secretário de Estado que aqui veio agora assegurar – mais uma vez – com a sua presença, o que até agora nunca foi cumprido.
Mondim, na realidade, vai continuar a ser lesado pela irresponsabilidade e pelo incumprimento de promessas do actual Governo.
E mesmo que esse Governo viesse a cumprir o que agora se estabelece em Protocolo, o que pretendem fazer com Atei? Quando não se reconhece formalmente o direito que a sua população tem em ter uma ligação digna à Auto-Estrada A7.
Por todas estas razões já vários outros autarcas e órgãos autárquicos de concelhos vizinhos se recusaram a dar o aval a situações tão dúbias, e a promessas tão vagas.
E o CDS/PP de Mondim não pode, nem deve, também ele, fazer outra coisa senão denunciar a fragilidade e inconsistência de encenações como estas que poderão servir vários interesse mas que não servem os dos mondinenses.
A CONCELHIA DO CDS/PP DE MONDIM DE BASTO
CDS-PP de Mondim de Basto - 23 de Julho de 2010
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