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quinta-feira, 2 de julho de 2015
PNBEPH - TÂMEGA: Impasse na decisão da Construção da Barragem de Fridão está a “boicotar” desenvolvimento da região
PNBEPH - TÂMEGA
IMPASSE NA DECISÃO DA CONSTRUÇÃO DA BARRAGEM DE FRIDÃO ESTÁ A "BOICOTAR" DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO
A falta de decisão relativamente barragem de Fridão da EDP e do Governo de Portugal levou à tomada de posição conjunta dos municípios de Celorico de Basto, Mondim de Basto, Cabeceiras de Basto, Ribeira de Pena e Amarante que, pela voz dos seus 5 presidentes de Câmara, em conferência de imprensa, demonstraram o cansaço sentido face ao Impasse no Aproveitamento Hidroelétrico da Barragem de Fridão.
O autarca de Celorico, porta-voz na conferência de imprensa, salientou compreender a demora no desenvolvimento de uma proposta e uma decisão de investimento e aceitar também que possa demorar algum tempo entre o momento de uma decisão e a sua concretização. Não entendem porém “a falta de decisão clara e inequívoca da barragem de Fridão passados 7 anos de uma obra publicamente anunciada. Foram negociados protocolos, por vezes em vários episódios com cada Câmara Municipal sem que nada do que neles consta tenha sortido qualquer efeito, nem tenha havido qualquer contrapartida paga, seja para os municípios que investiram considerando a palavra dada pela EDP, seja para os que, ficando à espera de pagamento, perderam entretanto a oportunidade de realizar alguns dos investimentos, os quais consideravam apoios previstos no Quadro Comunitário de Apoio de 2007-2013”.
O presidente da Câmara de Mondim, Humberto Cerqueira fez questão de salientar e reforçar o seu desagrado por tomar conhecimento da evolução do processo pela comunicação social. “Estamos abertos ao diálogo para resolver esta situação o mais célere possível. Vamos sabendo da evolução deste processo pela comunicação social, como a suspensão do PDM nos 5 municípios decida em concelho de ministros ou a hipótese de não construção da barragem.”
Uma situação que prejudica a evolução dos concelhos ao nível do investimento público e privado como reforçou o presidente da Câmara de Amarante, José Gaspar. “Durante estes 7 anos o investimento público ficou congelado. E o investimento privado viu-se proibido de aproveitar os fundos comunitários do quadro comunitário que vigorou nesses 7 anos, um prejuízo imensurável.”
Os autarcas exigiram em uníssono a resolução desta situação. “Precisamos que esta situação se resolva, não podemos gerir os municípios com este impasse. São os interesses das populações que estão em causa, e iremos lutar para os defender, independentemente da decisão de construir ou não construir. Precisamos é que sejam claros e objetivos numa tomada de decisão rápida, a partir desse momento atuaremos em conformidade pela via que acharmos mais adequada”, sublinhou Joaquim Mota e Silva.
Ficou ainda claro o pedido de audiência aos altos responsáveis pelo andamento do processo refira-se ao Presidente do Conselho de Administração da EDP, António Mexia, o Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, João Moreira da Silva e, ainda Presidente da Comissão de Coordenação Regional do Norte. De quem “esperamos colaboração em obter o que desejamos, a tudo estando disponíveis, conjuntamente na defesa dos interesses daqueles que nos elegeram para defender os seus direitos e legítimos interesses”, disse.
A falta de decisão relativamente barragem de Fridão da EDP e do Governo de Portugal levou à tomada de posição conjunta dos municípios de Celorico de Basto, Mondim de Basto, Cabeceiras de Basto, Ribeira de Pena e Amarante que, pela voz dos seus 5 presidentes de Câmara, em conferência de imprensa, demonstraram o cansaço sentido face ao Impasse no Aproveitamento Hidroelétrico da Barragem de Fridão.
O autarca de Celorico, porta-voz na conferência de imprensa, salientou compreender a demora no desenvolvimento de uma proposta e uma decisão de investimento e aceitar também que possa demorar algum tempo entre o momento de uma decisão e a sua concretização. Não entendem porém “a falta de decisão clara e inequívoca da barragem de Fridão passados 7 anos de uma obra publicamente anunciada. Foram negociados protocolos, por vezes em vários episódios com cada Câmara Municipal sem que nada do que neles consta tenha sortido qualquer efeito, nem tenha havido qualquer contrapartida paga, seja para os municípios que investiram considerando a palavra dada pela EDP, seja para os que, ficando à espera de pagamento, perderam entretanto a oportunidade de realizar alguns dos investimentos, os quais consideravam apoios previstos no Quadro Comunitário de Apoio de 2007-2013”.
O presidente da Câmara de Mondim, Humberto Cerqueira fez questão de salientar e reforçar o seu desagrado por tomar conhecimento da evolução do processo pela comunicação social. “Estamos abertos ao diálogo para resolver esta situação o mais célere possível. Vamos sabendo da evolução deste processo pela comunicação social, como a suspensão do PDM nos 5 municípios decida em concelho de ministros ou a hipótese de não construção da barragem.”
Uma situação que prejudica a evolução dos concelhos ao nível do investimento público e privado como reforçou o presidente da Câmara de Amarante, José Gaspar. “Durante estes 7 anos o investimento público ficou congelado. E o investimento privado viu-se proibido de aproveitar os fundos comunitários do quadro comunitário que vigorou nesses 7 anos, um prejuízo imensurável.”
Os autarcas exigiram em uníssono a resolução desta situação. “Precisamos que esta situação se resolva, não podemos gerir os municípios com este impasse. São os interesses das populações que estão em causa, e iremos lutar para os defender, independentemente da decisão de construir ou não construir. Precisamos é que sejam claros e objetivos numa tomada de decisão rápida, a partir desse momento atuaremos em conformidade pela via que acharmos mais adequada”, sublinhou Joaquim Mota e Silva.
Ficou ainda claro o pedido de audiência aos altos responsáveis pelo andamento do processo refira-se ao Presidente do Conselho de Administração da EDP, António Mexia, o Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, João Moreira da Silva e, ainda Presidente da Comissão de Coordenação Regional do Norte. De quem “esperamos colaboração em obter o que desejamos, a tudo estando disponíveis, conjuntamente na defesa dos interesses daqueles que nos elegeram para defender os seus direitos e legítimos interesses”, disse.
in Celorico de Basto - 2 de Julho de 2015
sábado, 30 de janeiro de 2010
PNBEPH - Barragem de Fridão - Programa em directo na Rádio Região de Basto (105.6FM)

PNBEPH - Barragem de Fridão
Movimento «MCDT» em directo na Rádio Região de Basto (105.6 FM)

Hoje, dia 30 de Janeiro de 2010, entre as 10H00 e as 12H00, o Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega (MCDT) participa em directo no programa «Espaço Aberto - Grande Informação» da Rádio Região de Basto (105.6 FM), em que o tema a debater será o Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH) e as consequências previsíveis da construção da Barragem de Fridão/cascata do Tâmega.
O programa conta com a presença de José Manuel Moura (Mondim de Basto), José Emanuel Queirós (Amarante) e do Professor Doutor António Luís Crespí (UTAD) especialista em Botânica e Ecologia Vegetal e Director do Herbário do Jardim Botânico da UTAD, que explicará os impactes biogeográficos na bacia do Tâmega e no corredor ecológico do seu vale principal.
A emissão pode aqui ser ouvida online em directo.
in Rádio Região de Basto - 30 de Janeiro de 2010
O programa conta com a presença de José Manuel Moura (Mondim de Basto), José Emanuel Queirós (Amarante) e do Professor Doutor António Luís Crespí (UTAD) especialista em Botânica e Ecologia Vegetal e Director do Herbário do Jardim Botânico da UTAD, que explicará os impactes biogeográficos na bacia do Tâmega e no corredor ecológico do seu vale principal.
A emissão pode aqui ser ouvida online em directo.
in Rádio Região de Basto - 30 de Janeiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
PNBEPH - Barragem de Fridão - Programa em directo na Rádio Região de Basto (105.6FM)


O programa contará também com a presença do Professor Doutor António Luís Crepí (UTAD) especialista em Botânica e Ecologia Vegetal e Director do Herbário do Jardim Botânico da UTAD, que explicará os impactes biogeográficos na bacia do Tâmega e no corredor ecológico do seu vale principal.
A emissão pode aqui ser ouvida online em directo.
Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega - 29 de Janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Barragens: Verdes querem suspender programa, Bloco quer excluir Tua e Fridão

PNBEPH - Actualidade
Barragens: Verdes querem suspender programa, Bloco quer excluir Tua e Fridão
Barragens: Verdes querem suspender programa, Bloco quer excluir Tua e Fridão
Lisboa, 27 Jan (Lusa) - O Bloco de Esquerda e os Verdes pediram hoje no Parlamento a suspensão do Programa Nacional de Barragens e a exclusão das infra-estruturas previstas para o Tua e Fridão, apontando a falta de estudos sobre os impactos cumulativos.
"O estudo de avaliação ambiental estratégica foi manipulado e baseia-se em dados desactualizados", afirmou a deputada do partido ecologista 'Os Verdes' Heloísa Apolónia, aludindo a um estudo da Comissão Europeia que corrobora as críticas que têm sido feitas ao Programa Nacional de Barragens.
"Não foi estudado o efeito cumulativo das barragens que já estão construídas com as previstas neste programa e as avaliações de impacte ambiental que estão a ser feitas a cada uma das barragens estão a revelar impactes ambientais, socioeconómicos e sociais muitíssimo superiores ao que se previa", explicou.
in Lusa/Expresso - 27 de Janeiro de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
PNBEPH - Barragens em Portugal: Estudos ambientais das barragens aprovadas pelo governo avançam
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
CIAHP 2010: FEUP organiza conferência internacional sobre «grandes barragens»
CIAHP 2010
FEUP organiza conferência internacional sobre «grandes barragens»

O Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, com o patrocínio da EDP, S.A., vai organizar, a 4 e 5 de Fevereiro de 2010, uma conferência internacional subordinada ao tema “APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS EM PORTUGAL – UM NOVO CICLO”, em que as matérias em debate reportam-se em exclusivo aos temas relacionados com a política energética, a hidroelectricidade e a construção de grandes barragens.
Nessa Conferência em que as sessões serão organizadas por painéis seguidas de debate, vão ser abordados os quatro seguintes grandes temas:
in FEUP - Janeiro de 2010
FEUP organiza conferência internacional sobre «grandes barragens»

O Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, com o patrocínio da EDP, S.A., vai organizar, a 4 e 5 de Fevereiro de 2010, uma conferência internacional subordinada ao tema “APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS EM PORTUGAL – UM NOVO CICLO”, em que as matérias em debate reportam-se em exclusivo aos temas relacionados com a política energética, a hidroelectricidade e a construção de grandes barragens.
Nessa Conferência em que as sessões serão organizadas por painéis seguidas de debate, vão ser abordados os quatro seguintes grandes temas:
- Política Energética e Hidroelectricidade;
- Os Novos Aproveitamentos Hidroeléctricos em Portugal;
- Novos Desenvolvimentos em Grandes Aproveitamentos Hidroeléctricos;
- Grandes Aproveitamentos Hidroeléctricos em Curso.
in FEUP - Janeiro de 2010
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sábado, 28 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Sociedade - Erosão: há zonas de costa a recuar 10 metros ano

Sociedade
Erosão: há zonas de costa a recuar 10 metros ano
As causas são principalmente humanas (além da subida do nível médio do mar) e começam longe do litoral.
A construção de molhes e paredões deve acontecer "em casos excepcionais", para proteger grandes aglomerados urbanos "e se essa intervenção for duradoura e não puser em risco outros localizados a sotamar", diz o geógrafo José Nunes André, especialista em Geomorfologia Litoral do pólo do IMAR na Universidade de Coimbra. "Não resolvem as causas da erosão, apenas as transferem para sotamar (na costa Ocidental, para sul; na costa sul, para leste)", afirma, apontando recuos significativos entre a foz do Douro e Nazaré.
As causas são principalmente humanas (além da subida do nível médio do mar) e começam longe do litoral. "Estudos da década de 90 do século XX referem que o rio Douro, principal fonte de alimentação aluvionar da costa até ao canhão submarino da Nazaré, devido às barragens e à extracção de areia, diminuiu-a em cerca de 60%", diz.
Em situação normal, o Douro alimentaria a costa com 1,2 milhões de metros cúbicos de sedimentos por ano (m3/ano), aos quais se juntariam 200 mil transportados pela deriva litoral entre Leixões e a foz do Douro. Com as barragens, reduziu a sua capacidade aluvionar para apenas 200 mil m3/ano. Outros estudos indicam uma redução dos volumes sedimentares transportados por via fluvial em mais de 85% ao longo do século XX, devido aos aproveitamentos hidroeléctricos e hidro-agrícolas. Quando as comportas de fundo das barragens são abertas devido a cheias, o volume de areias na foz aumenta significativamente, o que evidencia o efeito de retenção.
Com a retenção no Douro, que será agravado com a construção de mais seis grandes barragens na sua bacia hidrográfica, e a extracção de areias, os "poucos" sedimentos em deriva resultam essencialmente da erosão da costa". A extracção nos rios e na costa tem sido outro factor. Em S. Jacinto, Aveiro, eram retirados dois milhões de m3/ano. Na foz do Mondego, Figueira da Foz, era extraído cerca um milhão de m3/ano. Com o caudal aluvionar dos rios diminuído, os esporões agravam o problema. Só entre a foz do Douro e a praia de Mira, numa distância de 75 km, há 25 esporões, além dos molhes nas fozes do Douro e do Vouga, "a interceptar os poucos sedimentos em deriva".
Para travar a erosão a sul da Vagueira, foram construídos entre esta praia e a de Mira dois esporões - o do Areão (2003) e o do Poço da Cruz (2004).
Desde então, José Nunes André monitoriza a linha de costa na zona, cujo recuo era, até então, inferior a dois metros por ano. A sul, quantificou erosão superior a sete metros por ano em média. No esporão do Areão, a erosão aumentou para 13,90 metros em oito meses (29 de Abril a 31 de Dezembro de 2008). O cordão dunar frontal (último obstáculo ao avanço do mar) a sul foi erodido após a sua construção. São "cada vez com mais frequentes os galgamentos oceânicos, que se têm prolongado mais para sul e a mata adjacente já está ligada à praia" e o aumento da erosão a sul faz-se sentir até à praia de Mira.
A erosão da base das arribas é outro problema. As situadas entre o norte de S. Pedro de Moel (Praia Velha) e a Praia da Légua (norte da Nazaré) estão em risco de derrocada. O INAG já assinalou parte como zonas de perigo e projecta consolidá-las.
A construção, nos anos 60, dos molhes da Figueira da Foz acelerou a erosão das praias a sul e das arribas. O prolongamento, em curso, do molhe norte em 400 metros "voltará a dar origem à acreção (aumento) do areal a norte (Figueira da Foz - Buarcos) e ao aumento da erosão a sul. A médio prazo, irá reflectir-se nas arribas S. Pedro de Moel - Nazaré". Intervenções "em terra" também respondem pela redução da estabilidade das arribas, avisa, apontando o dedo à construção dos parques de estacionamento sobre elas, a norte do farol de S. Pedro de Moel, "impermeabilizando-as e originando escoamentos pluviais concentrados".
in Jornal de Notícias - 23 de Novembro de 2009
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País de costas estreitas - Erosão entre a foz do Douro e a Nazaré
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quinta-feira, 21 de maio de 2009
Conselho de Ministros prepara regime de expropriações de imóveis afectados por barragens
Barragens: Conselho de Ministros prepara regime de expropriações de imóveis
O Conselho de Ministros aprovou hoje uma Proposta de Lei com um regime especial de expropriações de imóveis que serão afectados pelas barragens previstas pelo Governo. O documento será ainda submetido à Assembleia da República.
Em causa está a concretização do Plano Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico e dos aproveitamentos hidroeléctricos de Ribeiraio-Ermida (no rio Vouga) e do Baixo Sabor (no rio Sabor).
Segundo uma nota do Conselho de Ministros, este regime especial visa “uma mais rápida execução dos projectos”, tornando “mais céleres e eficazes alguns procedimentos”. No entanto, deve ficar garantido o rigor técnico e o“estrito respeito pelos direitos dos particulares”, nomeadamente o direito a indemnizações.
Para o Governo, é preciso que estes aproveitamentos hidroeléctricos “entrem em exploração com a brevidade possível, dando um contributo significativo para cumprir as metas definidas (...) e contribuindo, também, para a necessária estimulação da economia”.
in Público - 21 de Maio de 2009
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quarta-feira, 11 de março de 2009
Impactos ambientais das novas barragens suscitam dúvidas
Impactos ambientais das novas barragens suscitam dúvidas
A Quercus denuncia que estas infra-estruturas vão aumentar o problema de eutrofização já patente nos rios nacionais, nomeadamente no rio Tâmega, considerando que o ganho energético não justifica os danos ecológicos inerentes.

A Quercus denuncia que estas infra-estruturas vão aumentar o problema de eutrofização já patente nos rios nacionais, nomeadamente no rio Tâmega, considerando que o ganho energético não justifica os danos ecológicos inerentes.

Apesar dos impactos, é quase unânime entre os especialistas ouvidos pelo Ambiente Online que as dez novas barragens previstas no PNBEPH serão benéficas para a autonomia energética do País, contribuindo com uma potência instalada na ordem dos 2000 MW. Desta forma, ajudarão o Governo a atingir as metas ambiciosas que delineou: 70 por cento do potencial hidroeléctrico português deverá estar aproveitado, em 2020, altura em que Portugal terá uma potência instalada de 7000 MW.
As novas barragens fazem parte do contributo do mix de energias renováveis com que se pretende reduzir a enorme dependência do petróleo, lembra António Regedor, docente da Universidade Fernando Pessoa. Na opinião do ecologista, os empreendimentos deverão melhorar as condições de gestão da água, nomeadamente na gestão de caudais e no armazenamento de energia, abastecimento doméstico e outros usos. Depois de concluídos os projectos, Portugal estará mais próximo dos elevados níveis de armazenamento espanhol, acrescenta.
Por sua vez, Paula Chainho, vice-presidente da Liga para a Proteção da Natureza, questiona a forma como foi escolhida a localização dos empreendimentos. Sublinhando que a microgeração é uma solução mais eficaz do que os grandes empreendimentos, a bióloga lamenta a decisão de avançar com estas infra-estruturas e a ausência de uma verdadeira aposta na eficiência energética.
Impactos ambientais preocupantes
Os problemas associados às barragens já adjudicadas pelo Governo (oito, das dez) residem, sobretudo, no impacte ambiental desses projetos. Algumas das situações mais preocupantes estão na bacia do Douro. Segundo Paula Chainho, com os aproveitamentos hidroelétricos em funcionamento, o Douro já deixou de ser um rio para passar a ser uma sucessão de lagos. É uma ameaça à biodiversidade. Outro exemplo é o impacte da barragem do Alqueva no rio Guadiana, que transformou um ecossistema natural num grande lago. Para a especialista em recursos hídricos, o Alqueva é um modelo falhado, que implicou a destruição de um patrimônio natural.
As barragens agora previstas para os afluentes do Douro, como o rio Sabor, o Tua e o Tâmega, reforçam as críticas da bióloga. Os impactes de quinto infra-estruturas – Padroselos, Daivões, Vidago, Gouvães e Fridão – a implantar na bacia do rio Tâmega são também motivo de preocupação para Rui Cortes, professor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). O especialista considera que a sua construção vai ter um grande impacte na qualidade da água do rio, que já é deficiente, assim como nos seus caudais ecológicos.
A título de exemplo, Rui Cortes lembra: No caso dos rios salmonícolas Torno e Beça [caracterizados, nomeadamente, por águas bem oxigenadas e ausência de poluição], o estudo de impacte ambiental tem de assegurar o caudal ecológico a jusante dos dois empreendimentos. Sob o ponto de vista ambiental, estas são zonas muito sensíveis. Para, além disso, as barragens podem levar à eutrofização extrema das águas, sublinha.
Barragens surgem antes de tempo
Mas estas não são as únicas críticas. O PNBEPH surgiu antes da versão provisória dos Planos de Gestão de Região Hidrográfica, que está atrasada um ano (deveria ter sido apresentada em Dezembro de 2008). Esta antecipação é criticada por Rui Cortes, uma vez que os planos deveriam, antes de mais, definir quais as zonas mais apetecíveis em termos de recursos hídricos e quais os locais onde os impactes seriam menores. Resta agora esperar que os estudos de impactes ambientais prevejam os possíveis impactes dos projetos e acautelem medidas de minimização.
Segundo algumas associações ambientalistas, como a Aldeia, a Euronatura, a Fapas ou a Quercus, a construção de barragens pode ter efeitos devastadores nas funções ecológicas dos ecossistemas aquáticos, tanto ao nível da quantidade como da qualidade da água e na biodiversidade. Apesar disso, asseveram as associações, os impactes negativos da implantação deste programa e os benefícios decorrentes da alternativa zero (não construção) não foram devidamente avaliados no âmbito do processo de avaliação de impactes do PNBEPH.
O Ambiente Online tentou obter uma reação por parte do Instituto da Água sobre se a construção de barragens é fundamental para a independência energética de Portugal ou se, pelo contrário, é uma agressão aos rios e bacias hidrográficas, mas até ao momento não foi possível obter qualquer resposta.
in, AGECO (Associação Profissional dos Geólogos Centro-Oeste) - 11 de Março de 2009
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segunda-feira, 9 de março de 2009
Barragens afectam 80 milhões de pessoas
Barragens afectam 80 milhões de pessoas
Pelo menos 80 milhões de pessoas no planeta já tiveram de abandonar as suas casas devido à construção de barragens. E, segundo a organização International Rivers, todos os anos perto de dois milhões de pessoas são deslocadas por causa destas infra-estruturas.
Devido a esta situação, 14 de Março é já conhecido como um dia de protestos mundiais contra as barragens. Tradicionalmente, nesta data, comunidades de todo o mundo atingidas por estas infra-estruturas realizam manifestações em defesa dos rios, das águas e da vida. A história deste protesto nasceu há 12 anos, quando em 1997 se realizou o 1.º Encontro Internacional dos Povos Atingidos por Barragens, na cidade de Curitiba (Brasil).
Durante o encontro, os “atingidos por barragens” da Ásia, América, África e Europa puderam partilhar as suas experiências de lutas e conquistas, fazer denúncias e discutir as políticas energéticas e a luta contra as barragens. Daí resultou a Declaração de Curitiba, que unifica as lutas internacionais e institui 14 de Março como o Dia Internacional de Luta Contra as Barragens. Por pressão destes movimentos, ainda no ano de 1997 foi criada na Suíça a Comissão Mundial de Barragens, que conta com a participação de representantes de ONG, movimentos de atingidos, empresas construtoras de barragens, entidades de financiamento e governos.
168 barragens em Portugal
Portugal conta, de acordo com dados da Comissão Nacional Portuguesa de Grandes Barragens, com 168 barragens com mais de 15 metros de altura. No entanto, também no nosso País a construção destas infra-estruturas não tem sido sempre pacífica, suscitando ódios e paixões. Foz Côa, Sabor, Odelouca ou Alqueva são apenas alguns dos casos mais polémicos dos últimos anos.
O rol de críticas cresceu, a partir de 2007, depois da apresentação do Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH), que já permitiu ao Estado encaixar mais de 623 milhões de euros com a adjudicação de oito das dez infra-estruturas previstas no documento. Com este plano, o Governo pretende aumentar o potencial hídrico aproveitado de 46 por cento para 67 por cento.
Além de contribuir para reduzir a dependência energética do País, os novos aproveitamentos hidroeléctricos deverão assegurar uma potência instalada adicional da ordem dos 2000 MW, contribuindo para atingir a meta de 60 por cento de produção de electricidade a partir de energias renováveis em 2020.
Aplaudido por uns, o PNBEPH merece o chumbo de algumas associações ambientalistas, como a Quercus, a Euronatura ou a Coagret, segundo as quais este plano não apresenta uma avaliação qualitativa ou quantitativa (económica) ou qualquer ponderação sobre potenciais alternativas energéticas para a produção da energia prevista pelas 10 barragens propostas. «O programa vem destruir os últimos rios de Portugal», denuncia Pedro Couteiro, responsável pela Coagret, associação que surgiu em Portugal em 2007, como secção autónoma de uma confederação ibérica de movimentos que defendem os rios e os afectados dos rios destruídos.
Leia amanhã no AmbienteOnline as opiniões de vários especialistas sobre a necessidade de barragens em Portugal e o seu impacto no património.
Tânia Nascimento, in AmbienteOnline - 09 de Março de 2009
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quarta-feira, 4 de março de 2009
Questões ambientais "são um desafio" para o plano de barragens em Portugal
Questões ambientais "são um desafio" para o plano de barragens em Portugal
O comissário Europeu para Energia, Andris Piebalgs, diz que o plano de construção de barragens em Portugal "é um desafio" devido às questões ambientais, mas mostrou confiança que o Governo português vai encontrar as melhores soluções.
O ministro da Economia, Manuel Pinho, anunciou o ano passado que o Plano Nacional de Barragens identifica a construção de 10 novas infra-estruturas nos rios Tua, Tâmega, Vouga, Mondego e Tejo, num investimento total de 1,14 mil milhões de euros.
Mais recentemente adiantou que só com este plano Portugal irá conseguir cumprir a meta de produzir 20% da energia através de fontes renováveis. "O plano de barragens de Portugal é um desafio por causa das questões ambientais, nomeadamente em termos de respeito pelo habitats.
Não é fácil encontrar um quadro de equilíbrio, mas estamos convictos de que o Governo português está à procura das melhores soluções e vai conseguir encontrar as devidas compensações ambientais", disse hoje o Comissário Europeu para a Energia. "Há uma clara necessidade de energia limpa na Europa, livre de emissões de CO2, e por isso temos de encontrar um balanço entre o ambiente e a segurança de abastecimento", acrescentou.
Piebalgs deixa no entanto claro que não há uma inversão na posição da Comissão Europeia no que respeita a questões ambientais decorrentes dos projectos hídricos e que a directiva comunitária dos habitats não vai ser alterada.
No âmbito da Semana Comunitária da Energia Sustentável, Piebalgs reiterou a importância das renováveis na questão da segurança do abastecimento de energia, destacando que a eficiência energética é um dos pontos centrais.
O comissário europeu revelou aos jornalistas portugueses que há um conjunto de medidas no "pipeline" em termos de eficiência energética, nomeadamente a directiva dos edifícios, considerada a chave do sucesso desta estratégia, enquadramento sobre a "performance" dos equipamentos, etiquetagem verde e novos "standards" de cogeração.
Tânia Ferreira (Jornal de Negócios), http://www.jornaldenegocios.pt/default.asp?Session=&CpContentId=310500
in erf - Energias Renováveis Fafebasto, Lda.
O comissário Europeu para Energia, Andris Piebalgs, diz que o plano de construção de barragens em Portugal "é um desafio" devido às questões ambientais, mas mostrou confiança que o Governo português vai encontrar as melhores soluções.
O ministro da Economia, Manuel Pinho, anunciou o ano passado que o Plano Nacional de Barragens identifica a construção de 10 novas infra-estruturas nos rios Tua, Tâmega, Vouga, Mondego e Tejo, num investimento total de 1,14 mil milhões de euros.
Mais recentemente adiantou que só com este plano Portugal irá conseguir cumprir a meta de produzir 20% da energia através de fontes renováveis. "O plano de barragens de Portugal é um desafio por causa das questões ambientais, nomeadamente em termos de respeito pelo habitats.
Não é fácil encontrar um quadro de equilíbrio, mas estamos convictos de que o Governo português está à procura das melhores soluções e vai conseguir encontrar as devidas compensações ambientais", disse hoje o Comissário Europeu para a Energia. "Há uma clara necessidade de energia limpa na Europa, livre de emissões de CO2, e por isso temos de encontrar um balanço entre o ambiente e a segurança de abastecimento", acrescentou.
Piebalgs deixa no entanto claro que não há uma inversão na posição da Comissão Europeia no que respeita a questões ambientais decorrentes dos projectos hídricos e que a directiva comunitária dos habitats não vai ser alterada.
No âmbito da Semana Comunitária da Energia Sustentável, Piebalgs reiterou a importância das renováveis na questão da segurança do abastecimento de energia, destacando que a eficiência energética é um dos pontos centrais.
O comissário europeu revelou aos jornalistas portugueses que há um conjunto de medidas no "pipeline" em termos de eficiência energética, nomeadamente a directiva dos edifícios, considerada a chave do sucesso desta estratégia, enquadramento sobre a "performance" dos equipamentos, etiquetagem verde e novos "standards" de cogeração.
Tânia Ferreira (Jornal de Negócios), http://www.jornaldenegocios.pt/default.asp?Session=&CpContentId=310500
in erf - Energias Renováveis Fafebasto, Lda.
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Barragens para combater a crise - Investimento são fundamentais para a sobrevivência de PME's

Investimento são fundamentais para a sobrevivência de PME's
Barragens para combater a crise

O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou esta sexta-feira que investimentos públicos como a construção de novas barragens serão fundamentais para a sobrevivência de muitas pequenas e médias empresas e para combater a crise internacional, avança a Lusa.
Sócrates, que falava na cerimónia de apresentação do Aproveitamento Hidroeléctrico de Ribeiradio - Ermida, nos concelhos de Sever do Vouga e Ribeira de Frades, distrito de Aveiro, afirmou que Portugal precisa destes investimentos para combater a crise.
«Vim aqui para sublinhar a importância da construção destas barragens para combater a crise internacional. Estes projectos dão emprego a muita gente. E há muitas empresas cuja sobrevivência vai depender de termos ou não barragens a ser construídas. Muitas empresas grandes e pequenas».
O primeiro-ministro sublinhou que «é um mito e um erro» considerar que as grandes obras públicas apenas favorecem as grandes empresas. «Estas barragens dão oportunidades de actividade a fundamentalmente pequenas e médias empresas, àquilo que é a economia local e regional. São essas empresas que vão ter oportunidades. Por isso estes investimentos, sendo importantes para o futuro de Portugal, vêm na melhor altura para dar oportunidades de emprego aos portugueses e de actividade às empresas».
José Sócrates frisou que o plano hidroeléctrico nacional prevê a construção de dez novas barragens, numa altura em que estão em fase de lançamento a de Ribeiradio-Ermida e do Baixo Sabor.
Já antes o ministro da Economia, Manuel Pinho, havia afirmado que é necessário «combater certas ideias que são como vírus e se propagam como verdadeiras se não forem contrariadas», nomeadamente a de que há «uma incompatibilidade entre grandes projectos e grandes empresas, de um lado, e pequenas e médias empresas do outro».
Segundo os cálculos do ministro, os três principais projectos hidroeléctricos em arranque ou em curso no país envolvem mais de 700 empresas e fornecedores locais.
Redacção / JF, in iol - 20 de Fevereiro de 2009
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Governo: Investimentos em barragens são fundamentais

Governo: Investimentos em barragens são fundamentais
O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou hoje que investimentos públicos como a construção de novas barragens serão fundamentais para a sobrevivência de muitas pequenas e médias empresas e para combater a crise internacional. O primeiro-ministro sublinhou que “é um mito e um erro” considerar que as grandes obras públicas apenas favorecem as grandes empresas. “Estas barragens dão oportunidades de actividade a fundamentalmente pequenas e médias empresas, àquilo que é a economia local e regional. São essas empresas que vão ter oportunidades. Por isso estes investimentos, sendo importantes para o futuro de Portugal, vêm na melhor altura para dar oportunidades de emprego aos portugueses e de actividade às empresas”, disse. José Sócrates frisou que o plano hidroeléctrico nacional prevê a construção de dez novas barragens. Segundo os cálculos do ministro, os três principais projectos hidroeléctricos em arranque ou em curso no país envolvem mais de 700 empresas e fornecedores locais. in Diana-FM.com (Évora) - 20 de Fevereiro de 2009 |
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Governo: Investimentos em barragens são fundamentais para sobrevivência de muitas PME - Sócrates
Governo: Investimentos em barragens são fundamentais para sobrevivência de muitas PME - Sócrates
Sever do Vouga, 20 Fev (Lusa) - O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou hoje que investimentos públicos como a construção de novas barragens serão fundamentais para a sobrevivência de muitas pequenas e médias empresas e para combater a crise internacional.
Sócrates, que falava na cerimónia de apresentação do Aproveitamento Hidroeléctrico de Ribeiradio-Ermida, nos concelhos de Sever do Vouga e Ribeira de Frades, distrito de Aveiro, afirmou que Portugal precisa destes investimentos para combater a crise.
"Vim aqui para sublinhar a importância da construção destas barragens para combater a crise internacional. Estes projectos dão emprego a muita gente. E há muitas empresas cuja sobrevivência vai depender de termos ou não barragens a ser construídas. Muitas empresas grandes e pequenas", afirmou.
O primeiro-ministro sublinhou que "é um mito e um erro" considerar que as grandes obras públicas apenas favorecem as grandes empresas.
"Estas barragens dão oportunidades de actividade a fundamentalmente pequenas e médias empresas, àquilo que é a economia local e regional. São essas empresas que vão ter oportunidades. Por isso estes investimentos, sendo importantes para o futuro de Portugal, vêm na melhor altura para dar oportunidades de emprego aos portugueses e de actividade às empresas", disse.
José Sócrates frisou que o plano hidroeléctrico nacional prevê a construção de dez novas barragens, numa altura em que estão em fase de lançamento a de Ribeiradio-Ermida e do Baixo Sabor.
Já antes o ministro da Economia, Manuel Pinho, havia afirmado que é necessário "combater certas ideias que são como vírus e se propagam como verdadeiras se não forem contrariadas", nomeadamente a de que há "uma incompatibilidade entre grandes projectos e grandes empresas, de um lado, e pequenas e médias empresas do outro".
Segundo os cálculos do ministro, os três principais projectos hidroeléctricos em arranque ou em curso no país envolvem mais de 700 empresas e fornecedores locais.
MSP (Lusa), in Expresso - 20 de Fevereiro de 2009
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Debate "Novas barragens no Norte - alternativa ambiental ou agressão aos nossos rios?"
Debate "Novas barragens no Norte - alternativa ambiental ou agressão aos nossos rios?" |
![]() A Campo Aberto organiza, a 28 de Fevereiro, pelas 15h00, o debate "Novas barragens no Norte - alternativa ambiental ou agressão aos nossos rios?".
O tema será apresentado por Paula Chainho, bióloga e vice-presidente da Liga para a Protecção da Natureza.
O debate surge na sequência do novo plano hidroeléctrico, que inclui dez empreendimentos num total de mais de 20 barragens concentradas em grande parte no Norte do País, e que tem sido apresentado como um contributo necessário para o combate às alterações climáticas. José Emanuel Queirós (a confirmar) intervirá sobre o complexo do Tâmega, região que conhece profundamente. Em contraponto, António Regedor, que tem participado em lutas ambientais desde há mais de 25 anos, defenderá uma posição favorável à barragem no Baixo Sabor. A participação é gratuita e aberta ao público em geral. in ABC do Ambiente - 19 de Fevereiro de 2009 |
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terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Novas barragens garantem 623 ME em contrapartidas ao Estado
Novas barragens garantem 623 ME em contrapartidas ao Estado
A construção das 10 novas barragens, que agora estão a arrancar e vão estar concluídas até 2020, já permitiu ao Estado amealhar 623 milhões de euros, através de contrapartidas pelas concessões ganhas pelas eléctricas espanholas Endesa e Iberdrola e pela portuguesa EDP.
De acordo com o Jornal de Negócios, o secretário de Estado das Finanças e Tesouro, Carlos Costa Pina, confirmou que as contrapartidas pagas pelas três eléctricas contaram como receita do Estado em 2008, abatendo no défice público.
Por conseguinte, no topo surge os 330 milhões de euros que a Iberdrola pagou para construir e explorar, durante 65 anos, as barragens de Gouvães, Padroselos, Alto Tâmega e Daivões, que vão implicar um investimento total próximo dos 1.700 milhões de euros.
Pedro Luis Vieira, in Construir (site da indústria da construção) - 27 de Janeiro de 2009
A construção das 10 novas barragens, que agora estão a arrancar e vão estar concluídas até 2020, já permitiu ao Estado amealhar 623 milhões de euros, através de contrapartidas pelas concessões ganhas pelas eléctricas espanholas Endesa e Iberdrola e pela portuguesa EDP.De acordo com o Jornal de Negócios, o secretário de Estado das Finanças e Tesouro, Carlos Costa Pina, confirmou que as contrapartidas pagas pelas três eléctricas contaram como receita do Estado em 2008, abatendo no défice público.
Por conseguinte, no topo surge os 330 milhões de euros que a Iberdrola pagou para construir e explorar, durante 65 anos, as barragens de Gouvães, Padroselos, Alto Tâmega e Daivões, que vão implicar um investimento total próximo dos 1.700 milhões de euros.
Pedro Luis Vieira, in Construir (site da indústria da construção) - 27 de Janeiro de 2009
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quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Novas barragens disputadas pelos principais escritórios
Concursos lançados e por lançar juntam gigantes da energia e da advocacia
Novas barragens disputadas pelos principais escritórios
Gonçalo Venâncio, in Diário Económico - 06 de Agosto de 2008
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terça-feira, 1 de julho de 2008
PNBEPH - ENERGIA: Valerá mesmo a pena construir mais 10 barragens em Portugal?
PNBEPH - ENERGIA
Valerá mesmo a pena construir mais 10 barragens em Portugal?


Cristina Espada, in Meia Hora - 1 de Julho de 2008
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