domingo, 12 de fevereiro de 2017

PNBEPH - TÂMEGA: Impasse na decisão da Construção da Barragem de Fridão está a “boicotar” desenvolvimento da região










PNBEPH - TÂMEGA 
IMPASSE NA DECISÃO DA CONSTRUÇÃO DA BARRAGEM DE FRIDÃO ESTÁ A "BOICOTAR" DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO 

A falta de decisão relativamente barragem de Fridão da EDP e do Governo de Portugal levou à tomada de posição conjunta dos municípios de Celorico de Basto, Mondim de Basto, Cabeceiras de Basto, Ribeira de Pena e Amarante que, pela voz dos seus 5 presidentes de Câmara, em conferência de imprensa, demonstraram o cansaço sentido face ao Impasse no Aproveitamento Hidroelétrico da Barragem de Fridão. 

O autarca de Celorico, porta-voz na conferência de imprensa, salientou compreender a demora no desenvolvimento de uma proposta e uma decisão de investimento e aceitar também que possa demorar algum tempo entre o momento de uma decisão e a sua concretização. Não entendem porém “a falta de decisão clara e inequívoca da barragem de Fridão passados 7 anos de uma obra publicamente anunciada. Foram negociados protocolos, por vezes em vários episódios com cada Câmara Municipal sem que nada do que neles consta tenha sortido qualquer efeito, nem tenha havido qualquer contrapartida paga, seja para os municípios que investiram considerando a palavra dada pela EDP, seja para os que, ficando à espera de pagamento, perderam entretanto a oportunidade de realizar alguns dos investimentos, os quais consideravam apoios previstos no Quadro Comunitário de Apoio de 2007-2013”. 

O presidente da Câmara de Mondim, Humberto Cerqueira fez questão de salientar e reforçar o seu desagrado por tomar conhecimento da evolução do processo pela comunicação social. “Estamos abertos ao diálogo para resolver esta situação o mais célere possível. Vamos sabendo da evolução deste processo pela comunicação social, como a suspensão do PDM nos 5 municípios decida em concelho de ministros ou a hipótese de não construção da barragem.” 

Uma situação que prejudica a evolução dos concelhos ao nível do investimento público e privado como reforçou o presidente da Câmara de Amarante, José Gaspar. “Durante estes 7 anos o investimento público ficou congelado. E o investimento privado viu-se proibido de aproveitar os fundos comunitários do quadro comunitário que vigorou nesses 7 anos, um prejuízo imensurável.” 

Os autarcas exigiram em uníssono a resolução desta situação. “Precisamos que esta situação se resolva, não podemos gerir os municípios com este impasse. São os interesses das populações que estão em causa, e iremos lutar para os defender, independentemente da decisão de construir ou não construir. Precisamos é que sejam claros e objetivos numa tomada de decisão rápida, a partir desse momento atuaremos em conformidade pela via que acharmos mais adequada”, sublinhou Joaquim Mota e Silva. 

Ficou ainda claro o pedido de audiência aos altos responsáveis pelo andamento do processo refira-se ao Presidente do Conselho de Administração da EDP, António Mexia, o Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, João Moreira da Silva e, ainda Presidente da Comissão de Coordenação Regional do Norte. De quem “esperamos colaboração em obter o que desejamos, a tudo estando disponíveis, conjuntamente na defesa dos interesses daqueles que nos elegeram para defender os seus direitos e legítimos interesses”, disse. 

A falta de decisão relativamente barragem de Fridão da EDP e do Governo de Portugal levou à tomada de posição conjunta dos municípios de Celorico de Basto, Mondim de Basto, Cabeceiras de Basto, Ribeira de Pena e Amarante que, pela voz dos seus 5 presidentes de Câmara, em conferência de imprensa, demonstraram o cansaço sentido face ao Impasse no Aproveitamento Hidroelétrico da Barragem de Fridão. 

O autarca de Celorico, porta-voz na conferência de imprensa, salientou compreender a demora no desenvolvimento de uma proposta e uma decisão de investimento e aceitar também que possa demorar algum tempo entre o momento de uma decisão e a sua concretização. Não entendem porém “a falta de decisão clara e inequívoca da barragem de Fridão passados 7 anos de uma obra publicamente anunciada. Foram negociados protocolos, por vezes em vários episódios com cada Câmara Municipal sem que nada do que neles consta tenha sortido qualquer efeito, nem tenha havido qualquer contrapartida paga, seja para os municípios que investiram considerando a palavra dada pela EDP, seja para os que, ficando à espera de pagamento, perderam entretanto a oportunidade de realizar alguns dos investimentos, os quais consideravam apoios previstos no Quadro Comunitário de Apoio de 2007-2013”. 

O presidente da Câmara de Mondim, Humberto Cerqueira fez questão de salientar e reforçar o seu desagrado por tomar conhecimento da evolução do processo pela comunicação social. “Estamos abertos ao diálogo para resolver esta situação o mais célere possível. Vamos sabendo da evolução deste processo pela comunicação social, como a suspensão do PDM nos 5 municípios decida em concelho de ministros ou a hipótese de não construção da barragem.” 

Uma situação que prejudica a evolução dos concelhos ao nível do investimento público e privado como reforçou o presidente da Câmara de Amarante, José Gaspar. “Durante estes 7 anos o investimento público ficou congelado. E o investimento privado viu-se proibido de aproveitar os fundos comunitários do quadro comunitário que vigorou nesses 7 anos, um prejuízo imensurável.” 

Os autarcas exigiram em uníssono a resolução desta situação. “Precisamos que esta situação se resolva, não podemos gerir os municípios com este impasse. São os interesses das populações que estão em causa, e iremos lutar para os defender, independentemente da decisão de construir ou não construir. Precisamos é que sejam claros e objetivos numa tomada de decisão rápida, a partir desse momento atuaremos em conformidade pela via que acharmos mais adequada”, sublinhou Joaquim Mota e Silva. 

Ficou ainda claro o pedido de audiência aos altos responsáveis pelo andamento do processo refira-se ao Presidente do Conselho de Administração da EDP, António Mexia, o Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, João Moreira da Silva e, ainda Presidente da Comissão de Coordenação Regional do Norte. De quem “esperamos colaboração em obter o que desejamos, a tudo estando disponíveis, conjuntamente na defesa dos interesses daqueles que nos elegeram para defender os seus direitos e legítimos interesses”, disse.

in Celorico de Basto - 2 de Julho de 2015

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