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sábado, 13 de março de 2010

Amarante - Manifestação «Salvar o Tâmega»: Ambientalistas em protesto contra a construção da barragem de Fridão





Amarante - Manifestação «Salvar o Tâmega»
Ambientalistas em protesto contra a construção da Barragem de Fridão


Um grupo de ambientalistas juntou-se sob a ponte de Amarante para protestar contra a construção duma barragem no Rio Tâmega. O protesto é contra a construção da futura Barragem de Fridão, mas além dos ambientalistas pouco mais gente apareceu, verificou a repórter Graça Rocha.

Graça Rocha, in Antena 1 - 13 de Março de 2010

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Ambientalistas prometem travar construção nos tribunais: 'Barragens destroem o ecossistema do rio Tâmega'





Ambientalistas prometem travar construção nos tribunais
'Barragens destroem o ecossistema do rio Tâmega'


A contestação ao Plano Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroelétrico (PNBEPH) e em particular à construção da barragem de Fridão, pode passar pelo recurso aos tribunais. Cidadãos dos dois movimentos informais que se opõem às intervenções na bacia do Tâmega equacionam avançar com a impugnação do processo por estar em causa a destruição do que a lei diz ser um “ecossistema a preservar”.

Os dois movimentos, que têm a decorrer petições na internet, traduzem, para Emanuel Queirós, “a vontade das pessoas, da região. É a voz do Tâmega”, disse em entrevista ao Repórter do Marão. Membro do Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega, e geógrafo de formação, Emanuel Queirós diz que na perspetiva do PNBEPH, “o Tâmega é pura e simplesmente fragmentado, retalhado”. O rio “vai ficar condicionado por um interesse hidroelétrico exclusivo”. A degradação da qualidade das águas é, neste momento, um assunto “marginal”.
Muito crítico do Plano, Emanuel Queirós, rejeita que ele seja um programa de desenvolvimento da região: “não tem nada a ver com a economia da região. Se o Estado tem interesse em dinamizar o Tâmega, uma das regiões mais atrasadas e periféricas da Europa, aquilo que o Estado devia fazer era procurar conciliar o investimento público com o interesse das dinâmicas locais e regionais. Está a fazer o oposto que é retirar à região tudo aquilo que a região tem de bom, tudo aquilo que lhe deu “sinal mais” e que tem a ver com o rio” e com as suas diferentes potencialidades. Os desportos náuticos e radicais, o atrativo social, de lazer, verificável nas praias, em particular no verão, refletem a importância que o rio tem. E não é só em Amarante”, garante.

Empobrecimento e visão economicista

Construir as barragens “é um empobrecimento claro e nítido”, afirma, além de que, alerta, se estará “a cometer um erro tremendo em relação à desregulação hídrica de toda a organicidade que o Tâmega tem. E que nós verdadeiramente não conhecemos nem dominamos. O rio tem uma dinâmica muito própria e essa dinâmica está condicionada por fatores que nós não dominamos, não conseguimos controlar”.
Emanuel Queirós diz que o que está em causa é uma “visão economicista” que vê a água como “um recurso renovável”. No entanto, “na perspetiva do desenvolvimento sustentável, a água é um recurso escasso. São duas visões claramente distintas do mesmo problema. Eu entendo, pela minha formação como geógrafo e pelos sinais que a terra dá, que temos que olhar para a terra de forma diferente: como um bem coletivo que deve ser usado e bem usado, e não na perspetiva de qualquer coisa que se consome e que se gasta. O melhor dos nossos bens são os recursos que a terra em si própria contém. A água é um recurso da terra que tem vida própria e que tem um valor acima de qualquer outro bem, como o ar”.
Outro “erro” apontado pelo amarantino que afirma defender apenas os “valores e interesses da terra, do nosso património ambiental e coletivo”, é que sendo a água “um recurso estratégico nacional, o Estado abdique de fazer a gestão do recurso na bacia para entregar a gestão a duas empresas privadas. Deixa de ter esse recurso e essa obrigação que lhe compete de acordo com o que é de lei, para concessionar a gestão do rio a hidroelétricas, uma portuguesa e outra espanhola”.

INAG “vende” a água de forma “mercenária”

Emanuel Queirós lamenta a posição que o presidente do INAG - Instituto da Água, Orlando Borges, tem tido neste processo e defende mesmo que deveria demitir-se. “É uma opção política [a construção das barragens] defendida pelo presidente [do INAG], do meu ponto de vista de uma forma absolutamente mercenária. Ele está obrigado a defender a água pelo valor estratégico que ela representa enquanto recurso da terra e não enquanto recurso hidráulico e energético”, salientou.
“Aquilo que lhe competia era demitir-se do cargo. Ele não está a cumprir a missão para a qual está determinado, pela missão que incumbe ao INAG, como autoridade nacional da água. A verdade é que ele se posiciona mais no papel do indivíduo que vende água, mercantiliza água, do que daquele que deve pugnar pela defesa dos valores que a água representa em si própria, o valor natural da água. Ele está a permitir e a defender não a água como recurso natural, mas a água utilizada de uma forma artificial, artificializando todo o Tâmega e toda a gestão da bacia do Tâmega”.

Lei de gestão da água não é cumprida

Um dos argumentos que poderá ser usado pelos cidadãos que venham a agir judicialmente é “o cumprimento da lei em toda a sua medida”. Emanuel Queirós refere-se ao “instrumento de gestão da sub-bacia duriense do Tâmega, em que o rio “ tal como existe, tal como está”, é considerado “ecossistema a preservar e ecossistema a recuperar e portanto não é com barragens que se preservam e se recuperam ecossistemas, pelo contrário, as barragens servem para os implodir, para os destruir”. O ativista diz não ter dúvidas de que os interesses do Plano Nacional de Barragens colidem com “o instrumento de gestão da bacia do Tâmega que é o Plano de Bacia do Douro, que é lei”. E deixa a pergunta: “O que é que vale mais, é a lei ou uma vontade governamental?”.
No passado, Emanuel Queirós foi deputado na Assembleia Municipal de Amarante. Hoje afirma ter a noção de que “o poder local não está recetivo” aos argumentos contra a construção de barragens, tendo dado “sinais de alheamento e até de estar contra o combate à barragem”.
Em geral, a população do concelho de Amarante, diz Emanuel Queirós, “está mais esclarecida do que o que se possa pensar. O que ela está é pouco recetiva a manifestar-se. Acho que as pessoas estão dissociadas do modo como o poder é exercido. E convenceram-se que não vale a pena lutar porque não há ouvidos que as oiçam. Eu próprio penso desta maneira”.


Paula Costa e Jorge Sousa, in repórter do marão, N.º 1231, ANO 25 (pp. 1, 6 e 7) - de 10 a 23 de Fevereiro de 2010

domingo, 7 de fevereiro de 2010

PNBEPH - Notícia na Universidade FM (Vila Real): Câmara de Mondim de Basto espera por contrapartidas das barragens no Tâmega









PNBEPH - Notícia na Universidade FM (Vila Real)
Presidente da Câmara de Mondim de Basto espera por contrapartidas das barragens no Tâmega

O Plano Nacional de Barragens prevê para o rio Tâmega uma barragem com quase uma centena de metros de altura e ainda um contra-embalse com 30 metros, uma infra-estrutura que será destinada ao aproveitamento hidroeléctrico e que terá a albufeira no concelho de Mondim de Basto e ainda parte no concelho de Ribeira de Pena.

Segundo a EDP, esta barragem terá uma produção média anual superior à soma dos valores de consumo por ano dos municípios de Amarante, Cabeceiras de Basto, Mondim de Basto, Celorico de Basto e Ribeira de Pena.

O projecto de construção da Barragem de Fridão está neste momento em «consulta pública». E são várias as vozes discordantes sobre este projecto. Por exemplo o Partido Ecologista "Os Verdes", e o Bloco de Esquerda na Assembleia da República pediram a suspensão do Programa Nacional de Barragens e a exclusão das infra-estruturas previstas para Fridão e para o Tua.

Estes dois partidos consideram que o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) foi manipulado e baseado em dados desactualizados.

Entretanto, a discussão continua acesa nos concelhos que vão ser atingidos directa ou indirectamente com a Barragem e Albufeira de Fridão.

O Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega continua a exigir maior debate, mostrando a sua oposição ao que considera ser uma posição mercenária do Governo.

Hoje (29/01) a Junta de Freguesia de Mondim de Basto vai promover às 21 horas uma sessão de esclarecimento sobre a Lei das Expropriações dando também destaque para o Decreto-Lei sobre o regime jurídico de protecção das albufeiras.

De referir que no programa «Pontos nos Jotas» da UFM, o presidente da Câmara de Mondim de Basto Humberto Cerqueira disse esperar por "contrapartidas" para o seu concelho.




O presidente de câmara avançou ainda que apesar das reservas do ponto de vista ambiental não se opõe à construção do empreendimento.



O edil considera que para além do retorno hidroeléctrico a Barragem vai proporcionar também o desenvolvimento turístico para a região.

O Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega, considera que a vida na região do Baixo Tâmega tem de ser preservada e que os ecossistemas no rio deverão ser resguardados e não destruídos com barragens. Emanuel Queirós, geógrafo, e um dos membros do Movimento, frisa que não são fundamentalistas contra as barragens mas terá de haver bom senso e cautela na construção destes empreendimentos.

MCDT- entrevista - Universidade FM (29/01/2010)

Para este Movimento os interesses políticos e económicos não têm permitido um cabal esclarecimento à população, acusando mesmo o Governo de ser "mercenário" nesta questão.


MCDT - entrevista - Universidade FM (29/01/2010)

O Movimento refere que o mais preocupante é o facto do estudo de impacto ambiental "omitir o risco de sismos induzidos".


MCDT - entrevista - Universidade FM (29/01/2010)

As opiniões do Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega, numa altura em que o processo da Barragem do Fridão está em «consulta pública».

Hoje (29/01) a Junta de Freguesia de Mondim de Basto promove uma sessão de esclarecimento e no próximo dia 5 Fevereiro, está agendada na Câmara de Mondim de Basto, uma sessão pública de esclarecimento sobre o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) da Barragem de Fridão.


in Universidade FM (Vila Real) - 29 de Janeiro de 2010

sábado, 30 de janeiro de 2010

PNBEPH - Barragem de Fridão / «cascata do Tâmega»






PNBEPH - Barragem de Fridão / «cascata do Tâmega»
Consequências na região para os concelhos de Basto e Amarante


........................................................MCDT- entrevista - Celorico de Basto (30/01/2010)
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O Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega (MCDT) através da participação do Prof. José Manuel Moura (Mondim de Basto), José Emanuel Queirós (Amarante) e do Professor Doutor António Luis Crespí (UTAD), explicaram em directo na antena da Rádio Região de Basto (RRB - Celorico de Basto) como a aplicação do Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH) é nefasto e prejudicial para toda a região abrangida (rios - água - seres vivos - paisagem - patrimónios - segurança) e constitui uma forma de violentação para as populações que irão ser afectadas directa e indirectamente pela previsível construção das barragens de Fridão (Amarante) e Daivões (Ribeira de Pena).

Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega, in Rádio Região de Basto (Celorico de Basto) - 30 de Janeiro de 2010

PNBEPH - Barragem de Fridão - Programa em directo na Rádio Região de Basto (105.6FM)






PNBEPH - Barragem de Fridão
Movimento «MCDT» em directo na Rádio Região de Basto (105.6 FM)


Hoje, dia 30 de Janeiro de 2010, entre as 10H00 e as 12H00, o Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega (MCDT) participa em directo no programa «Espaço Aberto - Grande Informação» da Rádio Região de Basto (105.6 FM), em que o tema a debater será o Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH) e as consequências previsíveis da construção da Barragem de Fridão/cascata do Tâmega.

O programa conta com a presença de José Manuel Moura (Mondim de Basto), José Emanuel Queirós (Amarante) e do Professor Doutor António Luís Crespí (UTAD) especialista em Botânica e Ecologia Vegetal e Director do Herbário do Jardim Botânico da UTAD, que explicará os impactes biogeográficos na bacia do Tâmega e no corredor ecológico do seu vale principal.

A emissão pode aqui ser ouvida online em directo.

in Rádio Região de Basto - 30 de Janeiro de 2010

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

PNBEPH - Barragem de Fridão - Programa em directo na Rádio Região de Basto (105.6FM)


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Programa em directo na Rádio Região de Basto (105.6 FM)

Amanhã, dia 30 de Janeiro de 2010, o Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega (MCDT) vai participar em directo no programa «Espaço Aberto - Grande Informação» da Rádio Região de Basto (105.6 FM), entre as 10H00 e as 12H00, em que o tema será a debater será o Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH) e as consequências previsíveis da construção da Barragem de Fridão/cascata do Tâmega.

O programa contará também com a presença do Professor Doutor António Luís Crepí (UTAD) especialista em Botânica e Ecologia Vegetal e Director do Herbário do Jardim Botânico da UTAD, que explicará os impactes biogeográficos na bacia do Tâmega e no corredor ecológico do seu vale principal.

A emissão pode aqui ser ouvida online em directo.


Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega - 29 de Janeiro de 2010

sábado, 9 de janeiro de 2010

PNBEPH - Barragem de Fridão - «Consulta Pública» mascarada e Impactes Ambientais





PNBEPH - Barragem de Fridão
«Consulta Pública» mascarada e Impactes Ambientais previsíveis

Entrevista realizada por Delfim Carvalho (AmaranteTV), a 9 de Janeiro de 2010, acerca das problemáticas sócio-ambientais que são colocadas às populações dos concelhos do Tâmega (Amarante, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto e Mondim de Basto), com a anunciada construção de 1 (+1) barragem hidroeléctrica no leito do Tâmega, em Fridão, 6 Km a montante da cidade de Amarante (Portugal).



José Emanuel Queirós, in AmaranteTV - 9 de Janeiro de 2010
Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega (Amarante)

domingo, 20 de setembro de 2009

À CONVERSA COM RICARDO PINTO - BASTIDORES DO PROGRAMA DE 19 DE SETEMBRO: «SALVAR O TÂMEGA E A VIDA NO ÔLO»






À CONVERSA COM RICARDO PINTO
BASTIDORES DO PROGRAMA DE 19 DE SETEMBRO: «SALVAR O TÂMEGA E A VIDA NO ÔLO»

O programa de 19 de Setembro «À CONVERSA COM RICARDO PINTO» foi bastante esclarecedor em todos os aspectos, penso que se ouviu todos os argumentos do Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega, dando-se a oportunidade a quem quisesse entrar na conversa.

Creio que a informação passou, uma informação, que ao contrário de outros órgãos de comunicação não se encontrou enviesada. Liberdade de expressão acima de tudo!

Em estúdio recebemos o Dr. Emanuel Queirós, geógrafo, que nos esclareceu os pontos fundamentais da temática rio Tâmega e construção da Barragem de Fridão.

Muito obrigado ao Movimento e em especial ao Dr. Emanuel Queirós e também ao coronel Artur Freitas por todos os esclarecimentos!

A todos um bem-haja!


MCDT - entrevista 1.ª parte


MCDT - entrevista 2.ª parte




Ricardo Pinto, in C.P.G, Gondar - 20 de Setembro de 2009

sábado, 19 de setembro de 2009

RIO TÂMEGA/ BARRAGEM DE FRIDÃO EM DESTAQUE NA ERA-FM (92.7) AMARANTE







ENTREVISTA A JOSÉ EMANUEL QUEIRÓS (MCDT)
RIO TÂMEGA/BARRAGEM DE FRIDÃO NA ERA-FM (92.7) AMARANTE

MCDT - entrevista 1.ª parte


MCDT - entrevista 2.ª parte


Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega, in ERA-FM (92.7) AMARANTE - 19 de Setembro de 2009

terça-feira, 15 de setembro de 2009

«À CONVERSA COM RICARDO PINTO» - MOVIMENTO CIDADANIA PARA O DESENVOLVIMENTO NO TÂMEGA. SÁBADO, DIA 19, DAS 18 ÀS 20 EM 92.7 ERA FM






SÁBADO, DIA 19, DAS 18 ÀS 20 EM 92.7 ERA FM

No próximo dia 19 de Setembro (Sábado) o programa «À CONVERSA COM RICARDO PINTO» estará em estúdio com o Dr. Emanuel Queirós em representação do Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega.


Afinal será construída a Barragem de Fridão?


Quais os prós e contras deste empreendimento?


Estarão os Amarantinos informados acerca da situação do nosso Rio Tâmega?


Estará o Rio em perigo?


Afinal qual o panorama em que se encontra o rio que banha a nossa cidade?

Após a recepação do Movimento no Palácio de Belém pelo presidente da República, Dr. Cavaco Silva, quais as réplicas que daí advirão?

Como vê a Quercus esta situação?

Todas estas e outras questões em directo, Sábado das 18 às 20 em 92.7 ou através da internet em http://www.erafm92.7.com/.


Poderá entrar em directo no programa através do 255420481.
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Ricardo Pinto, in C.P.G, Gondar - 15 de Setembro de 2009

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Rádio Clube Português (Braga): Entrevista com o «Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega»







Rádio Clube Português (Braga)
Entrevista com o «Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega»

..................................................................................MCDT - entrevista

José Emanuel Queirós, in Rádio Clube Português (Braga) - 18 de Dezembro de 2008
Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega (Amarante)