sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Barragens no Tâmega chegaram à Presidência da República

Barragens no Tâmega chegaram à Presidência da República

Balanço da audiência concedida pela Presidência da República, em 21 Julho de 2009 (terça-feira), a uma delegação do «Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega», com registo feito no dia seguinte por Amarante TV.
Em cerca de uma hora e meia, a matéria equacionada durante a recepção constou da menção à indesejável artificialização da sub-bacia duriense do Tâmega e subsequente desregulação dos regimes hídricos e dos caudais naturais do rio principal e seus afluentes Beça e Louredo; da referência à destruição das paisagens milenares do vale e da criminosa implosão dos ecossistemas; e da alusão à submersão do Vale estrutural percorrido pelo Tâmega, ao sobredimensionamento do valor e volume da água retida em albufeira sobre a cidade de Amarante, factores de potenciação de imponderáveis forças da geodinâmica que põem em causa a segurança o assentamento humano no vale, em contra-ciclo com a Declaração do Milénio (ONU), a Directiva-quadro da Água, o Plano Nacional da Água, o Plano de Bacia Hidrográfica do Douro, o Programa Nacional para o Uso Sustentável da Água, a Lei-quadro da Água, e demais legislação complementar.
Integraram a comitiva do «Movimento» os seguintes cidadãos do Tâmega:
Artur Teófilo da Fonseca Freitas (Amarante),
João Diogo Alarcão Carvalho Branco (Mondim de Basto),
Jorge Manuel de Sousa Costa (Amarante),
José Emanuel Mendes Pilroto Coimbra Queirós (Amarante),
José Manuel da Silva Moura (Mondim de Basto),
José Morais Clemente Teixeira (Amarante),
Luís Rua van Zeller de Macedo (Amarante),
Marco Filipe Vieira Gomes (Cabeceiras de Basto),
Rodrigo Luís Monteiro de Oliveira (Amarante).

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