PNBEPH - Avaliação da Comissão Europeia
Autoridades portuguesas chamadas a Bruxelas
Autoridades portuguesas chamadas a Bruxelas
O Instituto da Água respondeu na última quinta-feira, pela segunda vez, às dúvidas levantadas pela Direcção-Geral de Energia da Comissão Europeia sobre o Plano Nacional de Barragens, disse ao DN o seu presidente, Orlando Borges. Ainda na segunda-feira passada, as autoridades portuguesas deslocaram-se a Bruxelas para voltarem a contrapor algumas das críticas apontadas num relatório encomendado pela Comissão a uma empresa de consultoria belga e que foi entregada ao Ministério do Ambiente em Junho. "Está tudo muito bem encaminhado, os responsáveis da Direcção-Geral de Energia entenderam os nossos argumentos e estou convencido de que não haverá entraves ao avanço do plano", disse Orlando Borges ao DN.
Em causa estão dúvidas sobre a real necessidade de tantas barragens e preocupações sobre os impactos negativos na qualidade da água, que poderiam pôr em risco a directiva-quadro da água.
O presidente do Inag explica que a preocupação da Comissão Europeia com o plano português deriva do facto de este ser um projecto pioneiro na Europa, pois nenhum outro país está a fazer em pouco tempo tantas infra-estruturas deste género "Fizemos, pela primeira vez, uma avaliação ambiental estratégica, em que estudámos 25 localizações com elevado potencial hidroeléctrico e seleccionámos dez, não necessaria- mente por serem as de maior potencial, mas porque tivemos a preocupação de minimizar os impactes ambientais", sublinhou.
O responsável diz ainda que o relatório revelava algumas incorrecções, por exemplo, ao questionar a rentabilidade do projecto. "Se não tivesse perspectivas de rentabilidade, não surgiriam empresas privadas a querer investir cerca de 3 mil milhões de euros", contrapõe o Governo português.>
Em causa estão dúvidas sobre a real necessidade de tantas barragens e preocupações sobre os impactos negativos na qualidade da água, que poderiam pôr em risco a directiva-quadro da água.
O presidente do Inag explica que a preocupação da Comissão Europeia com o plano português deriva do facto de este ser um projecto pioneiro na Europa, pois nenhum outro país está a fazer em pouco tempo tantas infra-estruturas deste género "Fizemos, pela primeira vez, uma avaliação ambiental estratégica, em que estudámos 25 localizações com elevado potencial hidroeléctrico e seleccionámos dez, não necessaria- mente por serem as de maior potencial, mas porque tivemos a preocupação de minimizar os impactes ambientais", sublinhou.
O responsável diz ainda que o relatório revelava algumas incorrecções, por exemplo, ao questionar a rentabilidade do projecto. "Se não tivesse perspectivas de rentabilidade, não surgiriam empresas privadas a querer investir cerca de 3 mil milhões de euros", contrapõe o Governo português.>
in DN Economia - 8 de Fevereiro de 2010
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ResponderEliminarI will be happy to get any help at the start.
Thanks in advance and good luck! :)