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domingo, 25 de abril de 2010

domingo, 18 de abril de 2010

Alto Tâmega - Programa Nacional de Barragens: Quercus contra construção de 4 novas barragens no Tâmega






Alto Tâmega - Programa Nacional de Barragens
Quercus contra construção de 4 novas barragens no Tâmega

A Quercus considera que os prejuízos são demasiado avultados para os escassos benefícios decorrentes da construção destas quatro barragens, pelo que estas perdem sentido perante as alternativas viáveis que existem neste momento.

A Quercus, Associação Nacional de Conservação da Natureza, enviou ontem o seu parecer desfavorável à construção das barragens de Gouvães, Padroselos, Alto Tâmega e Daivões, no âmbito da Consulta Pública ao Estudo de Impacte Ambiental (EIA) que terminou ontem, dia 14 de Abril. A Quercus considera que os prejuízos são demasiado avultados para os escassos benefícios decorrentes da construção destas quatro barragens, pelo que estas perdem sentido perante as alternativas viáveis que existem neste momento.

Enumeram-se os principais argumentos que justificam esta posição:

  • A clara desconformidade com a Directiva Quadro da Água, onde se exige que não haja deterioração da qualidade da água, não só química mas também ecológica. É isso que irá acontecer se estas quatro barragens avançarem, sendo necessário, de acordo com a mesma lei, um estudo de alternativas não só para a produção de energia, como também para a redução do consumo de energética.
  • O facto de não ser equacionado no EIA um cenário zero que preveja a possibilidade de reforçar a potência instalada em barragens já existentes, o que, segundo dados da EDP, seria suficiente para alcançar as metas de aumento de potência prevista em centrais hidroeléctricas (2000 MW);
  • A constituição das albufeiras irá afectar irreversivelmente vários ecossistemas valiosos, que são os últimos refúgios de espécies actualmente em perigo de extinção, resultando no empobrecimento geral da biodiversidade do país;
  • A construção destas barragens terá também impactos paisagísticos, resultando numa descaracterização transversal a vários concelhos e no consequente empobrecimento da região;
  • A submersão de importantes zonas de produção agrícola e florestal nas zonas a inundar, implicará perdas socio-económicas avultadas para a região, tendo em conta a importância do sector primário e do turismo na região;
  • A existência de alternativas energéticas mais baratas e com um menor impacto ambiental, como são a aposta na redução do consumo e a promoção da eficiência energética.

Os benefícios apontados no EIA, nomeadamente a produção de energia eléctrica, afiguram-se-nos demasiado escassos para contrapor aos aspectos negativos identificados. Existem outros caminhos muito menos agressivos para o ambiente e economicamente mais viáveis para resolver a dependência energética do país face aos combustíveis fósseis, o que nunca se conseguirá com mais barragens. Para além do investimento sério em medidas de eficiência energética, a solução passa também pela aposta em energias renováveis de baixo impacte, nomeadamente através da micro-geração.

in Naturlink - 15 de Abril de 2010

PNBEPH - Gouvães, Padroselos, Alto Tâmega e Daivões: Quercus quer que Governo renuncie às quatro novas barragens no Tâmega







PNBEPH - Gouvães, Padroselos, Alto Tâmega e Daivões
Quercus quer que Governo renuncie às quatro novas barragens no Tâmega


São seis as razões da Quercus para exigir ao Governo que renuncie à construção de quatro novas barragens no rio Tâmega (Gouvães, Padroselos, Alto Tâmega e Daivões). Entre elas a degradação da qualidade da água e a submersão de terras agrícolas.

Estas quatro barragens terão mais prejuízos que benefícios, escreve a Quercus no âmbito da Consulta Pública ao Estudo de Impacte Ambiental (EIA) que terminou ontem.

No entender da associação, as barragens irão causar a deterioração da qualidade da água e “afectar irreversivelmente vários ecossistemas valiosos, que são os últimos refúgios de espécies actualmente em perigo de extinção”.

Além dos impactos paisagísticos, estas obras implicarão a “submersão de importantes zonas de produção agrícola e florestal”, gerando perdas sócio-económicas para a região.

No seu parecer, a Quercus lembra que não foi equacionado um cenário zero – através do reforço da potência instalada nas barragens já existentes – e ainda que existem alternativas energéticas mais baratas e com menos impactos ambientais. Ou seja, a “aposta na redução do consumo e a promoção da eficiência energética”.

“Os benefícios apontados no EIA, nomeadamente a produção de energia eléctrica, afiguram-se-nos demasiado escassos para contrapor aos aspectos negativos identificados”, conclui a associação.

Até ao final de Junho deverá ser emitida, pelo secretário de Estado do Ambiente, a Declaração de Impacte Ambiental.

A Iberdrola já pagou ao Estado um prémio de concessão no valor de 303 milhões de euros pela exploração das barragens durante 65 anos. O empreendimento deverá ter um total de 1135 megawatts (MW) de potência e uma produção eléctrica anual de 1900 gigawatts hora (GWh), equivalente ao consumo de um milhão de pessoas, e representa um investimento de 1700 milhões de euros.

Lusa, in Público - ecosfera, Peso & Medida, Carbono Verde - 15 de Abril de 2010

sábado, 17 de abril de 2010

Alto Tâmega - Programa Nacional de Barragens: Quercus exige que Governo renuncie à construção das quatro barragens





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Alto Tâmega - Programa Nacional de Barragens
Quercus exige que Governo renuncie à construção das quatro barragens


A associação ambientalista Quercus quer que o Governo renuncie à construção das quatro barragens do Alto Tâmega e defende o estudo de cenários alternativos em termos de produção e redução das necessidades energéticas.

A consulta pública do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do aproveitamento Hidroelétrico de Gouvães, Padroselos, Alto Tâmega e Daivões terminou quarta feira, tendo agora o secretário de Estado do Ambiente que emitir a correspondente Declaração de Impacte Ambiental (DIA) até ao final de junho.

A Quercus participou nesta consulta pública remetendo à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) um parecer, enviado hoje à imprensa, desfavorável ao empreendimento concessionado à espanhola Iberdrola considerando que "os prejuízos são demasiado avultados para os escassos benefícios decorrentes da construção destas quatro barragens".

Lusa, in RTP, Expresso, Diário Digital, Milenium BCP - 15 de Abril de 2010

Alto Tâmega - Programa Nacional de Barragens: Quercus quer que Governo renuncie às quatro novas barragens no Tâmega










Alto Tâmega - Programa Nacional de Barragens
Quercus quer que Governo renuncie às quatro novas barragens no Tâmega

São seis as razões da Quercus para exigir ao Governo que renuncie à construção de quatro novas barragens no rio Tâmega (Gouvães, Padroselos, Alto Tâmega e Daivões). Entre elas a degradação da qualidade da água e a submersão de terras agrícolas.

Estas quatro barragens terão mais prejuízos que benefícios, escreve a Quercus no âmbito da Consulta Pública ao Estudo de Impacte Ambiental (EIA) que terminou ontem.

No entender da associação, as barragens irão causar a deterioração da qualidade da água e “afectar irreversivelmente vários ecossistemas valiosos, que são os últimos refúgios de espécies actualmente em perigo de extinção”.

Além dos impactos paisagísticos, estas obras implicarão a “submersão de importantes zonas de produção agrícola e florestal”, gerando perdas sócio-económicas para a região.

No seu parecer, a Quercus lembra que não foi equacionado um cenário zero – através do reforço da potência instalada nas barragens já existentes – e ainda que existem alternativas energéticas mais baratas e com menos impactos ambientais. Ou seja, a “aposta na redução do consumo e a promoção da eficiência energética”.

“Os benefícios apontados no EIA, nomeadamente a produção de energia eléctrica, afiguram-se-nos demasiado escassos para contrapor aos aspectos negativos identificados”, conclui a associação.

Até ao final de Junho deverá ser emitida, pelo secretário de Estado do Ambiente, a Declaração de Impacte Ambiental.

A Iberdrola já pagou ao Estado um prémio de concessão no valor de 303 milhões de euros pela exploração das barragens durante 65 anos. O empreendimento deverá ter um total de 1135 megawatts (MW) de potência e uma produção eléctrica anual de 1900 gigawatts hora (GWh), equivalente ao consumo de um milhão de pessoas, e representa um investimento de 1700 milhões de euros.

Lusa, in Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza - 15 de Abril de 2010

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Notícias de Portugal: Quercus quer que Governo renuncie às quatro novas barragens no Tâmega

Notícias de Portugal
Quercus quer que Governo renuncie às quatro novas barragens no Tâmega


in Notícias de Portugal - 15 de Abril de 2010

Alto Tâmega - Associação ambiental exige que Governo renuncie ao projecto: Quercus repudia a construção de barragens







Alto Tâmega - Associação ambiental exige que Governo renuncie ao projecto
Quercus repudia construção de barragens
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A associação ambientalista Quercus quer que o Governo renuncie à construção das quatro barragens do Alto Tâmega e defende o estudo de cenários alternativos em termos de produção e redução das necessidades energéticas.

A consulta pública do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do aproveitamento hidroeléctrico de Gouvães, Padroselos, Alto Tâmega e Daivões terminou na passada quarta-feira.

O secretário de Estado do Ambiente terá que emitir agora a correspondente Declaração de Impacte Ambiental (DIA) até ao final de Junho.

Segundo a agência Lusa, a Quercus enviou à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) um parecer desfavorável ao empreendimento concessionado à espanhola Iberdrola, por considerar que «os prejuízos são demasiado avultados para os escassos benefícios decorrentes da construção destas quatro barragens».

A associação justifica-se com o facto de não ser equacionado no EIA um cenário zero que preveja a possibilidade de reforçar a potência instalada em barragens já existentes, o que, segundo dados da EDP, seria suficiente para alcançar as metas de aumento de potência prevista em centrais hidroeléctricas (2000 megawatts).

Segundo a Quercus, os benefícios apontados no EIA, nomeadamente a produção de energia eléctrica, são «demasiado escassos para contrapor aos aspectos negativos identificados».

A associação acredita haver «outros caminhos muito menos agressivos para o ambiente e economicamente mais viáveis para resolver a dependência energética do país face aos combustíveis fósseis», e que «nunca se conseguirá com mais barragens».

«Para além do investimento sério em medidas de eficiência energética, a solução passa também pela aposta em energias renováveis de baixo impacte, nomeadamente através da micro geração», acrescentam os ambientalistas.

Por isso mesmo, a Quercus exige que se «renuncie à construção das barragens de Gouvães, Padroselos, Alto Tâmega e Daivões e que sejam estudados cenários alternativos em termos de produção e redução das necessidades energéticas».

Com a construção das albufeiras «vários ecossistemas valiosos», «em vias de extinção», correram um perigo ainda maior. Também contribuirão para a descaracterização da paisagem, bem como a submersão de importantes zonas de produção agrícola e florestal.

A ser levado avante, o empreendimento deverá ter um total de 1.135 megawatts (MW) de potência e uma produção eléctrica anual de 1.900 gigawatts/hora (GWh), o que representa um investimento de 1700 milhões de euros.

Recorde-se que a Iberdrola já pagou ao Estado um prémio de concessão no valor de 303 milhões de euros pela exploração das barragens durante 65 anos.


Redacção / VP, in TVI24, iol - 15 de Abril de 2010

segunda-feira, 1 de março de 2010

PNBEPH - Rio Tâmega: Preparação da Manifestação (13 de Março) pelo rio Tâmega livre





PNBEPH - Rio Tâmega
Preparação da Manifestação (13 de Março) pelo rio Tâmega livre

Entrevista de Delfim Carvalho (Amarante TV) a Melissa Shinn e Ricardo Marques (Quercus) no âmbito da preparação para a manifestação do dia 13 de Março de 2010, na Ponte Velha em Amarante, contra a Barragem de Fridão e as várias outras barragens que ameaçam o fim rio Tâmega enquanto rio, a água como produto da Terra, as paisagens milenares do vale, e o ecossistema onde à beira-rio têm lugar a vila de Mondim de Basto e a cidade de Amarante.


Melissa Shinn e Ricardo Marques (Quercus), in Amarante TV - 27 de Fevereiro de 2010

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

PNBEPH - Rio Tâmega: Quercus contra a Barragem de Fridão






PNBEPH - Rio Tâmega
Quercus contra a Barragem de Fridão


A Quercus exige a suspensão do processo de construção da Barragem de Fridão por considerar que «os prejuízos para a região e para o país ultrapassam largamente os benefícios da sua construção».

Em comunicado enviado à Lusa, a Quercus afirma que a construção daquela barragem trará «prejuízo para a qualidade da água do Tâmega». Uma vez que o contributo para a produção de electricidade é muito pouco significativo, representando apenas 0,4 por cento do consumo de electricidade em Portugal, os ambientalistas consideram que esta barragem terá um elevado impacto ao nível da flora e da fauna da região, provocando também uma elevada perda sócio-económica para a região.


in Ecos de Basto - 15 de Fevereiro de 2010

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

RIO TÂMEGA - POLUIÇÃO: Câmara de Amarante acusa Quercus de falta de credibilidade





RIO TÂMEGA - POLUIÇÃO
Câmara de Amarante acusa Quercus de falta de credibilidade


Paula Costa, in repórter do marão (N.º 1222 - Ano 25 - p. 4) - 28 de Setembro de 2009

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

AMBIENTE - MP deve intervir no Tâmega








RIO TÂMEGA - POLUIÇÃO
MP DEVE INTERVIR NO TÂMEGA



in GRANDE PORTO (N.º 12, Ano I - p. 12) - 18 de Setembro de 2009

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

RIO TÂMEGA - AMARANTE: Quercus pede ao Ministério Público para investigar poluição do rio Tâmega

RIO TÂMEGA - AMARANTE
Quercus pede ao Ministério Público para investigar poluição do rio Tâmega


A Quercus lançou o alerta para a existência de esgotos urbanos e industriais no rio Tâmega, situação que classificou de “insustentável”. A associação pediu ontem a “pronta intervenção e investigação” do Ministério Público para responsabilizar os culpados.

A fotografia que os núcleos regionais da Quercus de Vila Real, Viseu e Porto tiraram ao rio apresenta apenas duas cores: verde durante o Verão e negro nos restantes meses do ano. Esta condição é o “resultado da proliferação de fitoplâncton designado por algas azuis ou cianobactérias”. Em comunicado, a associação lamenta que as suas margens se tenham tornado “pântanos de lodos negros e fétidos onde se acumulam resíduos de todo o tipo”.

A Quercus denuncia ainda que a ETAR (estação de tratamento de águas residuais) de Amarante, por onde passa o rio, está obsoleta e a funcionar mal e lembra a “baixíssima taxa de 17 por cento de cobertura de saneamento básico”.

Além de apelar ao Ministério Público, a Quercus pede ainda às populações de Mondim de Basto e Celorico de Basto que se desloquem ao local “para que vejam com os seus próprios olhos o possível futuro do rio Tâmega na albufeira da prevista barragem do Fridão”, explorada pela EDP. Esta barragem, a escassos quilómetros de Amarante, deverá começar a ser construída em 2012. A albufeira inundará uma área com cerca de 800 hectares.

Já no ano passado, Rui Cortes, professor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e especialista em estudos de impacte ambiental, denunciou que o Tâmega seria, porventura, o curso de água, dos rios internacionais, que apresentava maior grau de poluição.

in ABCdoAmbiente - 17 de Setembro de 2009

AMBIENTE - Quercus insurge-se contra degradação do Rio Tâmega




in O Jornal de Amarante (N.º 1530, ano 30 - p. 2) - 17 de Setembro de 2009

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Águas residuais urbanas e industriais: Quercus pede ao Ministério Público para investigar poluição “insustentável” do rio Tâmega






Águas residuais urbanas e industriais
Quercus pede ao Ministério Público para investigar poluição “insustentável” do rio Tâmega

Esgotos urbanos e industriais continuam a ser lançados ao rio Tâmega, colocando-o numa situação “insustentável”, alerta a Quercus. A associação pediu ontem a “pronta intervenção e investigação” do Ministério Público para responsabilizar os culpados.

A fotografia que os núcleos regionais da Quercus de Vila Real, Viseu e Porto tiraram ao rio apresenta apenas duas cores: verde durante o Verão e negro nos restantes meses do ano. Esta condição é o “resultado da proliferação de fitoplâncton designado por algas azuis ou cianobactérias”. Em comunicado, a associação lamenta que as suas margens se tenham tornado “pântanos de lodos negros e fétidos onde se acumulam resíduos de todo o tipo”.

A Quercus denuncia ainda que a ETAR (estação de tratamento de águas residuais) de Amarante, por onde passa o rio, está obsoleta e a funcionar mal e lembra a “baixíssima taxa de 17 por cento de cobertura de saneamento básico”.

Esta situação, que perdura “há vários anos”, parece “estar fora das preocupações e controlo das autoridades nacionais”.Além de apelar ao Ministério Público, a Quercus pede ainda às populações de Mondim de Basto e Celorico de Basto que se desloquem ao local “para que vejam com os seus próprios olhos o possível futuro do rio Tâmega na albufeira da prevista barragem do Fridão”, explorada pela EDP. Esta barragem, a escassos quilómetros de Amarante, deverá começar a ser construída em 2012. A albufeira inundará uma área com cerca de 800 hectares.

Já no ano passado, Rui Cortes, professor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e especialista em estudos de impacte ambiental, denunciou que o Tâmega seria, porventura, o curso de água, dos rios internacionais, que apresentava maior grau de poluição.

in PÚBLICO e ecosfera - 16 de Setembro de 2009

RIO TÂMEGA - POLUIÇÃO: Quercus exige investigação à poluição do Tâmega






RIO TÂMEGA - POLUIÇÃO
Quercus exige investigação à poluição do Tâmega



A associação ambientalista Quercus exige uma «pronta intervenção e investigação» do Ministério Público à situação «insustentável» do rio Tâmega, para onde continuam a ser lançados esgotos urbanos e industriais.

Em comunicado publicado no site da associação, a Quercus «solicita a pronta intervenção e investigação do Ministério Público, de modo a apurar as responsabilidades institucionais dos diversos intervenientes públicos e privados que levaram o rio Tâmega ao estado de degradação em que se encontra».

Uma situação que os ambientalistas afirmam estar relacionada com o «mau estado de funcionamento da nova ETAR» de Amarante e com a «baixíssima taxa de 17% de cobertura de saneamento básico».

Além do Ministério Público, «a Quercus apela também às populações de Mondim de Basto e Celorico de Basto que se desloquem ao local para que vejam com os seus próprios olhos o possível futuro do rio Tâmega na albufeira da prevista barragem do Fridão».

por Redacção, in A BOLA.PT - 16 de Setembro de 2009

RIO TÂMEGA - POLUIÇÃO: Quercus quer investigação do MP sobre degradação do rio






RIO TÂMEGA - POLUIÇÃO 
Quercus quer investigação do MP sobre degradação do rio

A associação ambientalista Quercus pediu a "pronta intervenção e investigação do Ministério Público", para apurar responsabilidades sobre o "estado de degradação" em que se encontra o Rio Tâmega.

"O Rio Tâmega, às portas de Amarante, reflecte no espelho da albufeira do Torrão a perda da qualidade das águas que deviam ter capacidade para usos múltiplos", salienta a Quercus, em comunicado distribuído após uma conferência de imprensa.

Segundo a associação, "nas águas estagnadas pela Barragem do Torrão (Alpendorada e Matos - Marco de Canaveses) - a primeira com que o Ministério do Ambiente iniciou a artificialização do Tâmega - acumula-se todo o tipo de poluição proveniente das águas residuais urbanas e industriais que ainda não foram eliminadas do rio".

"A situação é de tal modo insustentável que o estado eutrófico que o Rio Tâmega apresenta é visível à vista desarmada", sublinha a Quercus, acrescentando que "a má utilização do domínio público hídrico do Rio Tâmega tem no concelho de Amarante a expressão mais significativa".

A Quercus destaca o "mau estado de funcionamento da nova ETAR [Estação de Tratamento de Águas Residuais] da cidade - inaugurada há 10 anos, e já dada por obsoleta e pronta a ser desmantelada" - e a "baixíssima taxa de 17 por cento de cobertura de saneamento básico".

A associação "apela também às populações de Mondim de Basto e Celorico de Basto que se desloquem ao local para que vejam com os seus próprios olhos o possível futuro do Rio Tâmega na albufeira da prevista barragem do Fridão".
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in Marão online - 16 de Setembro de 2009

AMARANTE E MARCO DE CANAVEZES: Poluição do rio Tâmega investigada pelo MP




AMARANTE E MARCO DE CANAVESES
Poluição do rio Tâmega investigada pelo MP


António Orlando, in Jornal de Notícias (N.º 107 - ano 122, p. 29) - 16 de Setembro de 2009

RIO TÂMEGA - POLUIÇÃO: Quercus quer degradação do Tâmega investigada




RIO TÂMEGA - POLUIÇÃO
QUERCUS QUER DEGRADAÇÃO DO TÂMEGA INVESTIGADA

in Diário de Notícias (N.º 51298, Ano 145.º - p. 21) - 16 de Setembro de 2009

RIO TÂMEGA - POLUIÇÃO: Quercus alerta para estado de degradação






RIO TÂMEGA - POLUIÇÃO
Quercus alerta para estado de degradação

in Público (N.º 7106, ano XX - p. 28) - 16 de Setembro de 2009