quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES: Famílias afetadas pela construção da Barragem de Daivões já não vão morar em contentores






IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES
Famílias afetadas pela construção da Barragem de Daivões já não vão morar em contentores


No próximo ano, mais de 40 casas da aldeia de Ribeira de Baixo vão desaparecer devido à construção da barragem de Daivões. 

O processo de expropriações foi sempre polémico, mas depois de muitas negociações a Iberdrola vai aumentar o valor das indemnizações. 

O Porto canal foi ouvir as reações das pessoas afetadas.

in Porto Canal - 11 de Dezembro de 2019

IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES: “Dinheiro algum pagará tristeza de perder a casa”: Casal lamenta proposta para mudar de habitação






IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES

“Dinheiro algum pagará tristeza de perder a casa”: Casal lamenta proposta para mudar de habitação

Construção de barragens afeta 52 casas e há famílias que rejeitam um acordo.
Casal lamenta proposta para mudar de habitação   
FOTO: Manuel Encarnação

"Entre ir morar para os contentores ou ir para a casa que arranjaram lá perto da Cruz, não sei o que é pior. Eu com quase 70 anos e o meu marido já com 80 não temos idade nem saúde para estarmos num sítio tão longe da vila e onde não passam transportes públicos".

O lamento é de Glória Gonçalves, que luta pelos seus direitos após ser obrigada a deixar a casa onde vive há mais de 40 anos, em Ribeira de Baixo, Ribeira de Pena. A construção das barragens de Daivões, do Alto Tâmega e de Gouvães, a cargo da Iberdrola, afeta 52 casas. Alguns moradores chegaram a acordo, mas ainda há quem resista ao valor das indemnizações e às soluções indicadas para quem não desiste.


"Fiquei muito feliz quando soube que já não ia para os contentores. Sempre disse que preferia morrer a ir para aquele sítio. Agora, dizem que me arranjam uma casa lá para o alto. Não vou para lá. Se precisar de ir à vila, tenho de alugar um táxi e a viagem não custa menos do que 20 euros. Não temos como suportar a despesa. Já basta esta tristeza e andarem connosco aos pontapés", conta ao Correio da Manhã, em lágrimas.

O casal vai contando os últimos dias na casa construída com o sacrifício de uma vida. "Não vou ter uma cebola, uma batata, os meus feijões ou os meus frangos. Terei de comprar tudo. Dinheiro algum pagará este desgosto de perder a casa", conclui, mexendo a panela com o almoço: arroz de feijão com produtos da sua horta.

Já foi acordado um novo valor de indemnização, ainda não comunicado aos moradores. Por cada metro quadrado serão atribuídos 950 euros. No caso de Glória Gonçalves e o marido, serão 64 600 mil euros.


Patrícia Moura Pinto, in Correio da Manhã - 11 de Dezembro de 2019

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES: Iberdrola já não vai realojar famílias em contentores por causa da barragem do Tâmega









IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES
Iberdrola já não vai  realojar famílias em contentores por causa da barragem do Tâmega
As seis famílias por realojar vão ficar em casas arrendadas no município de Ribeira de Pena. Concessionária vai pagar ainda mais 1,4 milhões de euros em medidas de compensações adicionais.

Aldeia de Ribeira de Baixo PAULO PIMENTA
Ninguém vai ficar em contentores. As seis famílias que estavam ainda sem solução de alojamento por causa da construção da barragem do Tâmega, concessionado à Iberdrola, vão ficar em casas arrendadas dentro do município de Ribeira de Pena. 

A notícia foi dada pelo Jornal de Notícias e confirmada ao PÚBLICO pelo presidente da Câmara de Ribeira de Pena, João Noronha. Esta foi a novidade mais imediata que saiu da reunião desta segunda-feira entre a Agência Portuguesa do Ambiente, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, a concessionária, e todos os municípios envolvidos nesta construção. 

Mas na verdade as novidades saídas dessas reunião foram muitas, e todas positivas para as populações afectadas: a Iberdrola vai pagar a infra-estruturação do loteamento onde 14 famílias poderão construir as suas casas e todas as 52 famílias vão receber compensações adicionais acrescidas às indemnizações que já receberam. 

Em comunicado, a empresa diz que “compreende e está solidária com o desconforto que a mudança de lar possa causar” e que “as pessoas são, efectivamente, a [sua] prioridade máxima”. As medidas adicionais de compensação (que estavam previstas na medida 29 do Plano de Acção Socioeconómico da Declaração de Impacte Ambiental) vão custar mais 1,4 milhões de euros. 

Os critérios para a fixação do cálculo destas compensações adicionais andavam a ser discutidas desde Abril do ano passado – pelo menos esta é a data apontada pela Iberdrola como altura em que fez a sua primeira proposta para fazer os cálculos da ajuda adicional. Mas, em Setembro, houve um desentendimento entre câmara e empresa. 

Ao PÚBLICO, João Noronha diz que fez entender à Iberdrola que, apesar de esta não ter precisado da Câmara de Ribeira de Pena para licenciar o projecto da barragem, precisa da boa vontade do município para atravessar o seu território. “Começámos a pôr entraves à circulação de pesados, e a empresa percebeu que tinha de se sentar connosco”, explicou o autarca. 

O processo ficou agora resolvido, e os proprietários deverão receber um cheque pelo correio no final de Janeiro, antecipa João Noronha. “Será uma espécie de prenda de Reis”, conclui. Cada família vai receber mais 950 euros por cada metro quadrado que lhes vai ser suprimido com a construção da barragem, somando-se aos quase 80 mil euros que cada uma já recebeu de indemnização pela perda das suas casas. 

“A referida Medida 29 da Declaração de Impacte Ambiental permite à Iberdrola garantir que todas as pessoas serão realojadas em habitações permanentes, que assegurem, pelo menos, a mesma qualidade das habitações expropriadas. Por outro lado, a Iberdrola também garante que os proprietários das habitações de utilização ocasional [29 habitações das 52 identificadas] serão compensados de maneira justa, sempre com o objectivo de incentivar a fixação ou retorno das populações ao município”, refere a empresa em comunicado. 

Há ainda outra despesa que a Iberdrola já assumiu que vai suportar, mas o total da factura ainda não está quantificado. Trata-se dos custos de infra-estruturação de um terreno disponibilizado pela Câmara Municipal, e que permitirá a criação de 14 lotes para receber a construção de outras tantas habitações de moradores que acabaram por ter de sair de suas casas. João Noronha estima que o custo destas infra-estruturas deverá chegar a um milhão de euros. “No total, a Iberdrola deve pagar mais 2,4 milhões de euros para compensar estas populações”, concretizou João Noronha. 
O enchimento das Albufeiras de Daivões e de Alto Tâmega vai ter impacto em 52 casas e, dessas, 43 situam-se no município de Ribeira de Pena e são afectadas pela Albufeira de Daivões. As nove restantes ficam situadas em Boticas, Chaves e Vila Pouca de Aguiar – estas últimas alocadas à Albufeira de Alto Tâmega. 

O início do enchimento da Albufeira de Daivões está previsto para Junho de 2020, e há oito moradores que precisam de sair de suas casas agora. Dois possuem habitação alternativa e os outros seis, que chegaram a estar destinados às instalações provisórias, vão agora ter um contrato de arrendamento no município, pago pela Iberdrola.
 

IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES: Cristina Ferreira impede que moradores de Ribeira de Baixo sejam realojados em contentores






IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES

Cristina Ferreira impede que moradores de Ribeira de Baixo sejam realojados em contentores

Graças à apresentadora, todos poderão ter acesso a casas.


Cristina Ferreira acaba de impedir que os moradores de Ribeira de Baixo sejam realojados em contentores durante a construção da nova barragem de Daivões. De um total de 49 casas de um total de 59 que em junho do próximo ano vão desaparecer quando começar a ser enchida a barragem, um assunto que comoveu a apresentadora e que levou a sua equipa a fazer uma reportagem no local.


A peça jornalística foi transmitida na emissão do programa desta segunda-feira, 9 de dezembro. Os moradores não esconderam a dor de abandonar o local que os viu nascer e onde viveram todos os momentos importantes das suas vidas já no próximo dia 7 de janeiro, levando a própria Cristina Ferreira a emocionar-se várias vezes com o caso, bem como Cláudio Ramos.
Nas redes sociais partilhou a alteração do desfecho desta história: Foi há cerca de três semanas que decidimos fazer esta reportagem em Ribeira de Baixo. Conversei com a equipa e disse-lhes que queria perceber como é que se largam as memórias, uma vida inteira prestes a ser alagada. O Sérgio, o Frade e o João estiveram lá três dias. O que trouxeram é mais duro do que imaginávamos. O Ruben editou com a Patrícia e chamaram-nos. Doeu. Sempre nos mantivemos em contacto com Câmara e a Iberdrola. O outro lado. Hoje, pouco tempo depois de emitirmos a reportagem, chegou a notícia: ninguém mais ia para os contentores. Há casas alugadas para todos. E foi nesse momento que percebemos a nossa missão. Hoje foi um dia feliz. Para sempre Ribeira de baixo, escreveu feliz.
in Holofote - 10 de Dezembro de 2019

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES: Barragens do Tâmega: Iberdrola sobe indemnizações de casas afetadas







IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES

Barragens do Tâmega: Iberdrola sobe indemnizações de casas afetadas

A Iberdrola vai aumentar o valor das indemnizações pelas 52 casas afetadas pelas barragens de Daivões, Alto Tâmega e Gouvães. Por cada metro quadrado de casa afetada, vão ser entregues 950 euros.

Alfredo Aldai/EPA

A Iberdrola vai aumentar o valor das indemnizações pelas 52 casas afetadas pelas barragens de Daivões, Alto Tâmega e Gouvães, pagar novas habitações e desistir dos realojamentos em pré-fabricados em Ribeira de Pena, revelou esta segunda-feira o presidente daquela autarquia.
João Noronha falava aos jornalistas no Porto, após uma reunião com representantes da Iberdrola, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), e os autarcas de Boticas, Chaves, Vila Pouca de Aguiar e Cabeceiras de Basto, os outros municípios afetados pelo Sistema Eletroprodutor do Tâmega (SET), que inclui ainda a barragem de Gouvães.
Lusa, in Observador - 9 de Dezembro de 2019

IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES: Barragens do Tâmega: Iberdrola promete indemnizações maiores e casas pagas









IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES
Barragens do Tâmega: Iberdrola promete indemnizações maiores e casas pagas

Empresa compromete-se ainda a pagar o arrendamento às seis famílias realojadas em contentores.
© Pedro Sarmento Costa/Lusa

A Iberdrola vai aumentar o valor das indemnizações pelas 52 casas afetadas pelas barragens de Daivões, Alto Tâmega e Gouvães, pagar novas habitações e desistir dos realojamentos em pré-fabricados em Ribeira de Pena, revelou esta segunda-feira o presidente daquela autarquia. 

João Noronha falava aos jornalistas no Porto, após uma reunião com representantes da Iberdrola, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), e os autarcas de Boticas, Chaves, Vila Pouca de Aguiar e Cabeceiras de Basto, os outros municípios afetados pelo Sistema Eletroprodutor do Tâmega (SET), que inclui ainda a barragem de Gouvães.

"Finalmente temos estes valores todos definidos e fixados. Vão ser pagos 950 euros por metro quadrado [de cada casa afetada], o que vai acrescentar um valor significativo às pessoas afetadas, nomeadamente as que já tinham sido indemnizadas. Acreditamos que, em finais de janeiro, as pessoas vão receber os correspondentes cheques", afirmou o autarca de Ribeira de Pena, João Noronha, como porta-voz dos outros presidentes de câmara.

Para além de subir o valor das indemnizações pelos imóveis afetados, a Iberdrola vai ainda suportar a construção de novas habitações, em terrenos cedidos pelos municípios, e o valor do arrendamento temporário, até que as novas casas estejam concluídas, garantiu João Noronha.

Com isto, resolveu-se também a questão dos contentores instalados em Ribeira de Pena, que vão ser desmontados, passando seis famílias a ficar em casas alugadas.

Em alternativa, explicou o autarca, a Iberdrola vai pagar a renda dos realojamentos "em habitações condignas", pelo tempo que cada família levar a "fazer a sua nova casa".

Ainda no caso de Ribeira de Pena, o autarca esclareceu que serão 14 as casas novas e que os restantes casos "estão resolvidos". 

No que diz respeito à solução global para todas as autarquias, João Noronha esclareceu ter ficado "também definido que o loteamento vai ser disponibilizado pelos municípios" e que a "construção dos que pretendam casas novas será financiada pela Iberdrola".

João Noronha destaca, por fim, ainda mais uma vitória: as indemnizações vão estender-se às famílias que vão ser afetadas pela construção de um túnel que "não estava inicialmente previsto" e vai obrigar à demolição de habitações.

O enchimento das albufeiras de Daivões e de Alto Tâmega, barragens concessionadas à Iberdrola, vai ter impacto em 52 casas, 43 das quais ficam situadas no município de Ribeira de Pena, segundo dados da elétrica espanhola.

A barragem de Daivões afeta 43 casas, todas elas no concelho de Ribeira de Pena, enquanto as restantes nove habitações ficam situadas em Boticas, Chaves e Vila Pouca de Aguiar e vão ser atingidas pela albufeira de Alto Tâmega.

Os dois aproveitamentos hidroelétricos estão inseridos no Sistema Eletroprodutor do Tâmega (SET), que inclui ainda a barragem de Gouvães.  

Segundo a Iberdrola, no momento em que se realizaram os primeiros contactos com os moradores, em 2017, 23 do total das 52 habitações correspondiam a ocupação permanente e as restantes 29 tinham ocupação ocasional, essencialmente segundas habitações. 

Neste momento, as atenções estão centradas em Ribeira de Pena porque a albufeira de Daivões deve começar a encher em junho de 2020. 

Entre os oito casos de moradores ainda a residir nas suas habitações, seis vão ocupar as habitações provisórias facultadas pela Iberdrola. Os restantes dois já possuem outra habitação alternativa. 

Na última reunião realizada no Porto, a 29 de novembro, João Noronha informou que a Iberdrola vai pagar mais 1,4 milhões de euros de indemnização às famílias afetadas pela construção da barragem de Daivões. 

Num esclarecimento enviado à agência Lusa, a Iberdrola disse ter iniciado "a articulação, com as autoridades competentes, de medidas de compensação, adicionais ao processo de expropriação, que favoreçam o realojamento das famílias, com base na Medida 29 do Plano de Ação Socioeconómico da Declaração de Impacte Ambiental (DIA)".

Lusa, in TSF - 9 de Dezembro de 2019

IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES: Iberdrola sobe indemnizações de casas afetadas por sistema de barragens do Tâmega



IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES

Iberdrola sobe indemnizações de casas afetadas por sistema de barragens do Tâmega


A Iberdrola vai aumentar o valor das indemnizações pelas 52 casas afetadas pelas barragens de Daivões, Alto Tâmega e Gouvães, pagar novas habitações e desistir dos realojamentos em pré-fabricados em Ribeira de Pena, revelou hoje o presidente daquela autarquia.

João Noronha falava aos jornalistas no Porto, após uma reunião com representantes da Iberdrola, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), e os autarcas de Boticas, Chaves, Vila Pouca de Aguiar e Cabeceiras de Basto, os outros municípios afetados pelo Sistema Eletroprodutor do Tâmega (SET), que inclui ainda a barragem de Gouvães.

"Finalmente temos estes valores todos definidos e fixados. Vão ser pagos 950 euros por metro quadrado [de cada casa afetada], o que vai acrescentar um valor significativo às pessoas afetadas, nomeadamente as que já tinham sido indemnizadas. Acreditamos que, em finais de janeiro, as pessoas vão receber os correspondentes cheques", afirmou o autarca de Ribeira de Pena, João Noronha, como porta-voz dos outros presidentes de câmara.

Lusa, in RTP Notícias - 9 de Dezembro de 2019

IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES: Cristina Ferreira e Cláudio Ramos em lágrimas com testemunho de famílias que vão ficar desalojadas







IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES

Cristina Ferreira e Cláudio Ramos em lágrimas com testemunho de famílias que vão ficar desalojadas


O sofrimento das famílias, que vão ficar sem casa devido à construção de uma barragem, deixou Cristina Ferreira e Cláudio Ramos “devastados”…


Esta segunda-feira, 09 de dezembro, foi para o ar mais um “O Programa da Cristina”, conduzido por Cristina Ferreira, na SIC. 

A dada altura, a apresentadora exibiu uma reportagem, anteriormente emitida pela SIC, que dá conta de inúmeras famílias da aldeia de Ribeira de Baixo que ficarão, no inicio do próximo ano, sem as suas casas uma vez que a barragem de Daivões irá encher. 

Foram mostradas assim declarações de habitantes que, naturalmente, mostraram a sua tristeza e indignação por ter de deixar aquilo que construíram uma vida. 

Depois de emitida a reportagem, Cristina Ferreira e Cláudio Ramos não contiveram a emoção e ambos surgiram de lágrimas nos olhos: 

“Isto é muito difícil. Quem nunca teve um canto como este não consegue compreender. Quem vive, às vezes, na cidade, não tem a mesma noção, embora seja casa não é a mesma coisa. A terra fala, as paredes têm todas história. Foi tudo feito com muito sofrimento”, começou por dizer a apresentadora. 

Referiu depois que todas estas famílias, que em breve ficarão desalojadas, só queriam terminar a vida naquilo que construíram, considerando depois: 

“Nós quisemos muito, para além de todas as polémicas que possam existir à volta disto, mostrar os afetos, a forma como as pessoas largam as memórias. Porque essas memórias vão ser alagadas. Não há o que ver depois: está debaixo de água. Tudo vai ficar debaixo de água…”, afirmou. 

Cristina Ferreira agradeceu ao jornalista e a toda a equipa que produziu a reportagem, uma vez que conseguiram transmitir todas as emoções dos lesados: 

“Conseguir trazer-nos isto … é de brilhantes profissionais, que feliz que sou de os ter perto de mim porque isto está a acontecer neste momento e dia 7 (de janeiro) vão fechar as portas daquela casa. No dia em que fizermos um ano deste programa, há gente a fechar as portas de sua casa”, disse com a voz embargada: “Um beijinho a todos”, terminou.

Veja a reportagem completa aqui.

, in Hiper FM - 9 de Dezembro de 2019

IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES: Cristina Ferreira e Cláudio Ramos choram em direto



IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES
Cristina Ferreira e Cláudio Ramos choram em direto


Cristina Ferreira e Cláudio Ramos emocionaram-se em direto, esta segunda-feira, após assistirem a uma reportagem da equipa do programa. 

A reportagem, exibida pelo matutino da SIC, dá voz aos habitantes da aldeia da Ribeira de Baixo que vão ter que abandonar as suas casas. Quarenta e nove casas, de um total de 59, vão desaparecer em meados de 2020 quando começarem a encher a barragem de Daivões, integrada no Sistema Eletroprodutor do Tâmega (SET).  

Alguns habitantes já começaram a ser realojados temporariamente em contentores. Alguns falaram e mostraram-se devastados com o sucedido. Os ‘vizinhos’ não conseguiram evitar as lágrimas ao ver o sofrimento dos intervenientes na reportagem.

“Além de todas as polémicas que existem à volta disto, nós quisemos mostrar os afetos, a forma como as pessoas largam as memórias. Porque as memórias vão ser largadas. Não há o que ver depois: está debaixo de água. Tudo vai ficar debaixo de água”, disse a apresentadora, enquanto Claudio Ramos a ouvia em lágrimas.

“No dia 7 [de janeiro] vão fechar as portas daquela casa. No dia em que fizermos um ano deste programa, há gente a fechar as portas de sua casa”, terminou a apresentadora.

in atelevisão - 9 de Dezembro de 2019

IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES: CRISTINA FERREIRA E CLÁUDIO RAMOS CHORAM EM DIRETO COM SOFRIMENTO DE IDOSOS EXPULSOS DE CASA






IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES
CRISTINA FERREIRA E CLÁUDIO RAMOS CHORAM EM DIRETO COM SOFRIMENTO DE IDOSOS EXPULSOS DE CASA






Na aldeia da Ribeira de Baixo, 49 de um total de 59 casas vão desaparecer quando, em meados de 2020, começarem a encher a barragem de Daivões, integrada no Sistema Eletroprodutor do Tâmega (SET). 

Alguns habitantes já começaram a ser temporariamente realojados em contentores. Para outros, avizinha-se o mesmo destino. Sentem-se indignados, injustiçados e tristes por perderem os lares que construíram com o trabalho de uma vida. «Sempre lutei para ter uma casinha minha e afinal não ganhei nada», diz uma das intervenientes.

Cristina Ferreira deu-lhes voz n’O Programa da Cristina desta segunda-feira, 9 de dezembro. «Além de todas as polémicas que existem à volta disto, nós quisemos mostrar os afetos, a forma como as pessoas largam as memórias. Porque as memórias vão ser largadas. Não há o que ver depois: está debaixo de água. Tudo vai ficar debaixo de água», disse a apresentadora no final da reportagem emitida no matutino da SIC.
VEJA AINDA: Receita de afetados pela barragem em Ribeira de Pena ficam nas suas casas até serem obrigados a sair
O caso de Ribeira de Baixo levou-a às lágrimas. A ela e a Cláudio Ramos. É a ligação à terra que a comunicadora da Malveira e o ‘vizinho’ alentejano não esquecem. «Isto é muito difícil. Quem nunca teve um canto como este não consegue compreender. Quem vive na cidade não tem a mesma noção. A terra fala, as paredes têm todas história. Foi tudo feito com muito sofrimento», justificou, perante o olhar de desgosto – e o silêncio – de Cláudio.
«No dia 7 [de janeiro] vão fechar as portas daquela casa. No dia em que fizermos um ano deste programa, há gente a fechar as portas de sua casa», terminou Cristina, que desde a sua estreia na SIC designa o formato das manhãs do canal de Paço de Arcos como a sua ‘casa’.
Ana Filipe Silveira, in Maria - 9 de Dezembro de 2019

IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES: Cristina Ferreira chora com sofrimento de famílias de Ribeira de Baixo









IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES
Cristina Ferreira chora com sofrimento de famílias de Ribeira de Baixo
Cerca de 40 famílias vão ter de abandonar as suas casas na sequência da construção da barragem de Daivões.


Na manhã desta segunda-feira, dia 9, Cristina Ferreira e Cláudio Ramos não conseguiram conter as lágrimas perante uma reportagem que mostra as famílias da aldeia de Ribeira de Baixo já a despedirem-se das suas casas.

Os moradores terão de abandonar as suas habitações na sequência da construção da barragem de Daivões. No entanto, o processo de expropriações está a revoltar muitos que consideram as indemnizações oferecidas pela Iberdrola insuficientes. 
"Quem nunca teve um canto como este não consegue compreender. A terra fala, as paredes têm toda história, foi tudo feito com muito sofrimento", começa por dizer Cristina.
"Quisemos mostrar a forma como as pessoas largam as memórias, porque essas memórias vão ser alagadas, não há o que ver depois, tudo vai ficar debaixo de água", acrescenta. 
"Isto está a acontecer neste momento e dia 7 vão fechar as portas daquela casa. No dia em que fizermos um ano deste programa há gente a fechar as portas de sua casa", lamenta.
Mariline Direito Rodrigues, in Fama ao Minuto - 9 de Dezembro de 2019

IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES: Famílias de Ribeira de Baixo despedem-se das suas casas que vão ficar submersas: "É o último natal que vou comer aqui na minha mesa"















IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES
Famílias de Ribeira de Baixo despedem-se das suas casas que vão ficar submersas: "É o último natal que vou comer aqui na minha mesa"

(Clicar na imagem para ver a reportagem)

O Programa da Cristina, in SIC - 9 de Dezembro de 2019

IBERDROLA - BARRAGENS: BARRAGENS: NO ALTO TÂMEGA SÃO 52 CASAS AFECTADAS



IBERDROLA - BARRAGENS
BARRAGENS: NO ALTO TÂMEGA SÃO 52 CASAS AFECTADAS


O enchimento das albufeiras de Daivões e de Alto Tâmega, barragens concessionadas à Iberdrola, vai ter impacto em 52 casas, 43 das quais ficam situadas no município de Ribeira de Pena, segundo dados da elétrica espanhola.
A barragem de Daivões afeta 43 casas, todas elas no concelho de Ribeira de Pena, enquanto as restantes nove habitações ficam situadas em Boticas, Chaves e Vila Pouca de Aguiar e vão ser atingidas pela albufeira de Alto Tâmega.
Os dois aproveitamentos hidroelétricos estão inseridos no Sistema Eletroprodutor do Tâmega (SET), que inclui ainda a barragem de Gouvães.
Segundo a Iberdrola, no momento em que se realizaram os primeiros contactos com os moradores, em 2017, 23 do total das 52 habitações correspondiam a ocupação permanente e as restantes 29 tinham ocupação ocasional, essencialmente segundas habitações.
Neste momento, as atenções estão centradas em Ribeira de Pena porque a albufeira de Daivões deve começar a encher em junho de 2020 e ainda não está concluído o processo de realojamento de algumas das famílias afetadas.
in O Instalador - 9 de Dezembro de 2019

domingo, 8 de dezembro de 2019

IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES: Iberdrola. Enchimento das barragens do Tâmega vai ter impacto em 52 casas








IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES

Iberdrola. Enchimento das barragens do Tâmega vai ter impacto em 52 casas

Construção da Barragem da Iberdrola 

Problema dos moradores desalojados “não foi encarado como uma prioridade”, tem alertado o presidente da Câmara de Ribeira de Pena, onde estão localizadas 43 habitações que serão afetadas. Iberdrola está a estudar medidas adicionais de compensação 

O enchimento das albufeiras de Daivões e de Alto Tâmega, barragens concessionadas à Iberdrola, vai ter impacto em 52 casas, 43 das quais ficam situadas no município de Ribeira de Pena, segundo dados da elétrica espanhola. 

A barragem de Daivões afeta 43 casas, todas elas no concelho de Ribeira de Pena, enquanto as restantes nove habitações ficam situadas em Boticas, Chaves e Vila Pouca de Aguiar e vão ser atingidas pela albufeira de Alto Tâmega. Os dois aproveitamentos hidroelétricos estão inseridos no Sistema Eletroprodutor do Tâmega (SET), que inclui ainda a barragem de Gouvães. 

Segundo a Iberdrola, no momento em que se realizaram os primeiros contactos com os moradores, em 2017, 23 do total das 52 habitações correspondiam a ocupação permanente e as restantes 29 tinham ocupação ocasional, essencialmente segundas habitações. 

Neste momento, as atenções estão centradas em Ribeira de Pena porque a albufeira de Daivões deve começar a encher em junho de 2020 e ainda não está concluído o processo de realojamento de algumas das famílias afetadas. Há também processos em tribunal porque moradores não concordaram com a indemnização proposta pela empresa. 

Entre os oito casos de moradores ainda a residir nas suas habitações, seis vão ocupar as habitações provisórias facultadas pela Iberdrola. Os restantes dois já possuem outra habitação alternativa. 

O presidente da Câmara de Ribeira de Pena, João Noronha, tem alertado para “o problema dos moradores desalojados” que considerou que “não foi encarado como uma prioridade”. Entretanto, realizaram-se várias reuniões entre o município, Iberdrola, Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N). 

Após a última reunião, a 29 de novembro, João Noronha informou que a Iberdrola vai pagar mais 1,4 milhões de euros de indemnização às famílias afetadas pela construção da barragem de Daivões. Trata-se, segundo o autarca, de “uma compensação adicional ao valor que as pessoas já receberam da empresa”, já que, na sua opinião, as indemnizações são “manifestamente insuficientes” para a “construção de uma nova casa”.

IBERDROLA ESTÁ A ESTUDAR MEDIDAS DE COMPENSAÇÃO

Num esclarecimento enviado à agência Lusa, a Iberdrola disse que, relativamente às habitações, tem vindo a "realizar um estudo detalhado, caso a caso, desde o segundo semestre de 2017". "Uma vez compilada toda a informação, a Iberdrola iniciou a articulação com as autoridades competentes, de medidas de compensação, adicionais ao processo de expropriação, que favoreçam o realojamento das famílias, com base na Medida 29 do Plano de Ação Socioeconómico da Declaração de Impacte Ambiental (DIA)", sublinhou.

Concretamente, referiu que "em abril deste ano" apresentou "às entidades envolvidas uma proposta inicial para distribuir um montante de 1,4 milhões de euros de ajuda adicional ao justo preço do processo de expropriação". 

"Após várias reuniões realizadas nas últimas semanas, as regras e os critérios para a distribuição da dita ajuda já estão praticamente acordados e, portanto, o valor final está próximo de ficar fechado e espera-se que este seja finalmente aprovado, no sentido de poder começar a ser comunicado aos interessados com a máxima brevidade", refere ainda a Iberdrola.

Quanto às seis famílias que ainda não dispõem de moradia alternativa, João Noronha disse que a solução proposta pela empresa, "em contentores, não é digna" e adiantou que estão a ser procuradas alternativas.

Também a Iberdrola, que garantiu que as habitações provisórias são "devidamente certificadas", referiu que, em todo o caso, "está a estudar outras alternativas que possam ajustar-se melhor às especificidades de cada um destes moradores". 

Nesta segunda-feira realiza-se uma nova reunião, no Porto, e o autarca de Ribeira de Pena disse à Lusa que espera que "sejam validados os valores", ainda que fique fechada a questão da urbanização dos terrenos que o município quer disponibilizar "a um preço simbólico de 10 cêntimos" para as 14 famílias que já demonstraram vontade de ali construir casa. 

A empresa afirmou também que, "após várias reuniões com o executivo municipal, em dezembro de 2018, enviou uma proposta para assumir o custo da urbanização dos lotes destinados a realojamentos de habitantes permanentes ou ocasionais interessados nesta solução, caso a autarquia dispusesse de um terreno que viabilizasse a construção das habitações". 

"A autarquia aceitou a proposta da Iberdrola em março de 2019. Neste momento, a autarquia está a desenvolver o projeto para poder formalizar um protocolo de financiamento da infraestruturação do dito loteamento entre a câmara municipal e a Iberdrola", referiu a empresa.

Lusa, in Expresso - 8 de Dezembro de 2019

IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES: Barragens do Tâmega afetam 52 habitações, 43 em Ribeira de Pena









IBERDROLA - BARRAGEM DE DAIVÕES
Barragens do Tâmega afetam 52 habitações, 43 em Ribeira de Pena


Sistema Eletroprodutor do Tâmega, em Ribeira de Pena, Gouvães e Daivões. Barragem e Central de Daivões. (Miguel Pereira/Global Imagens)

Prevê-se que o projeto hidroelétrico, anunciado há dez anos, fique concluído em 2023.

O enchimento das albufeiras de Daivões e de Alto Tâmega, barragens concessionadas à Iberdrola, vai ter impacto em 52 casas, 43 das quais ficam situadas no município de Ribeira de Pena, segundo dados da elétrica espanhola. 

A barragem de Daivões afeta 43 casas, todas elas no concelho de Ribeira de Pena, enquanto as restantes nove habitações ficam situadas em Boticas, Chaves e Vila Pouca de Aguiar e vão ser atingidas pela albufeira de Alto Tâmega.

Os dois aproveitamentos hidroelétricos estão inseridos no Sistema Eletroprodutor do Tâmega (SET), que inclui ainda a barragem de Gouvães. 

Segundo a Iberdrola, no momento em que se realizaram os primeiros contactos com os moradores, em 2017, 23 do total das 52 habitações correspondiam a ocupação permanente e as restantes 29 tinham ocupação ocasional, essencialmente segundas habitações. 

Neste momento, as atenções estão centradas em Ribeira de Pena porque a albufeira de Daivões deve começar a encher em junho de 2020 e ainda não está concluído o processo de realojamento de algumas das famílias afetadas. 

Há também processos em tribunal porque moradores não concordaram com a indemnização proposta pela empresa. 

Entre os oito casos de moradores ainda a residir nas suas habitações, seis vão ocupar as habitações provisórias facultadas pela Iberdrola. Os restantes dois já possuem outra habitação alternativa. 

O presidente da Câmara de Ribeira de Pena, João Noronha, tem alertado para “o problema dos moradores desalojados” que considerou que “não foi encarado como uma prioridade”. 

Entretanto, realizaram-se várias reuniões entre o município, Iberdrola, Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N). 

Após a última reunião, a 29 de novembro, João Noronha informou que a Iberdrola vai pagar mais 1,4 milhões de euros de indemnização às famílias afetadas pela construção da barragem de Daivões. Trata-se, segundo o autarca, de “uma compensação adicional ao valor que as pessoas já receberam da empresa”, já que, na sua opinião, “as indemnizações são “manifestamente insuficientes” para a “construção de uma nova casa”. 

Num esclarecimento enviado à agência Lusa, a Iberdrola disse que, relativamente às habitações, tem vindo a “realizar um estudo detalhado, caso a caso, desde o segundo semestre de 2017”. 

“Uma vez compilada toda a informação, a Iberdrola iniciou a articulação com as autoridades competentes, de medidas de compensação, adicionais ao processo de expropriação, que favoreçam o realojamento das famílias, com base na Medida 29 do Plano de Ação Socioeconómico da Declaração de Impacte Ambiental (DIA)”, sublinhou. Concretamente, referiu que “em abril deste ano” apresentou “às entidades envolvidas uma proposta inicial para distribuir um montante de 1,4 milhões de euros de ajuda adicional ao justo preço do processo de expropriação”. 

“Após várias reuniões realizadas nas últimas semanas, as regras e os critérios para a distribuição da dita ajuda já estão praticamente acordados e, portanto, o valor final está próximo de ficar fechado e espera-se que este seja finalmente aprovado, no sentido de poder começar a ser comunicado aos interessados com a máxima brevidade”, refere ainda a Iberdrola. 

Quanto às seis famílias que ainda não dispõem de moradia alternativa, João Noronha disse que a solução proposta pela empresa, “em contentores, não é digna” e adiantou que estão a ser procuradas alternativas. 

Também a Iberdrola, que garantiu que as habitações provisórias são “devidamente certificadas”, referiu que, em todo o caso, “está a estudar outras alternativas que possam ajustar-se melhor às especificidades de cada um destes moradores”. 

Nesta segunda-feira realiza-se uma nova reunião, no Porto, e o autarca de Ribeira de Pena disse à Lusa que espera que “sejam validados os valores”, ainda que fique fechada a questão da urbanização dos terrenos que o município quer disponibilizar “a um preço simbólico de 10 cêntimos” para as 14 famílias que já demonstraram vontade de ali construir casa. 

A empresa afirmou também que, “após várias reuniões com o executivo municipal, em dezembro de 2018, enviou uma proposta para assumir o custo da urbanização dos lotes destinados a realojamentos de habitantes permanentes ou ocasionais interessados nesta solução, caso a autarquia dispusesse de um terreno que viabilizasse a construção das habitações”. “A autarquia aceitou a proposta da Iberdrola em março de 2019. 

Neste momento, a autarquia está a desenvolver o projeto para poder formalizar um protocolo de financiamento da infraestruturação do dito loteamento entre a câmara municipal e a Iberdrola”, referiu a empresa.

Lusa, in Dinheiro Vivo - 8 de Dezembro de 2019