Mostrar mensagens com a etiqueta EDP / PNBEPH - Barragem. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta EDP / PNBEPH - Barragem. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

País: Ambientalistas pedem suspensão das obras na Barragem do Tua





País
Ambientalistas pedem suspensão das obras na Barragem do Tua



Perante o relatório da UNESCO que considera que a Barragem do Tua ameaça os valores culturais do Alto Douro Vinhateiro, os ambientalistas pedem a suspensão imediata das obras, mas a população mostra-se dividida.

in RTP - 7 de Dezembro de 2011

Programa Nacional de Barragens - Foz-Tua: UNESCO pode desclassificar Douro






Programa Nacional de Barragens - Foz-Tua
UNESCO pode desclassificar Douro


A Quercus apela ao Governo que pondere o que é mais importante para o país. O impacto da construção da barragem do Tua pode levar a UNESCO a retirar a classificação de património mundial da Região do Douro.

A Quercus pediu hoje ao Governo que pondere o que é mais importante para o país, o Douro como património mundial ou a barragem do Tua, face à possibilidade da UNESCO retirar a classificação devido ao impacto da barragem.

"Esperamos que o Governo procure pesar o que é mais importante para o desenvolvimento do país: se uma barragem ou se a classificação de património mundial da Região do Douro, até em termos de impacto turísticos", disse à Lusa a membro da associação ambientalista Quercus Susana Fonseca.

A construção da barragem de Foz Tua pode levar à perda da classificação do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial da UNESCO, de acordo com um relatório hoje citado pelo Público.

A Icomos, uma associação de profissionais da conservação do património, realizou em abril uma visita ao local e elaborou, a pedido do Governo português, um relatório sobre as consequências da construção da barragem.

Impactos negativos e graves

Num relatório concluído no final de junho e remetido ao governo português em agosto, a Icomos aponta os impactos negativos e graves da construção do empreendimento e sublinha que o Estado português não adotou todos os procedimentos a que está obrigado perante a UNESCO no processo de análise e aprovação do projeto da barragem.

De acordo com o relatório elaborado pela Icomos, a construção da barragem terá "um impacto irreversível e ameaça o valor excecional universal [que é o fundamento da classificação da UNESCO]".

Para Susana Fonseca da Quercus "não há de facto uma mais-valia de desenvolvimento económico de uma região associado à construção de barragens", acrescentou.

in Expresso - 7 de dezembro de 2011

Ambiente - Barragem de Foz-Tua: Barragem põe em risco Património Mundial do Douro







PNBEPH - Barragem de Foz-Tua
Barragem põe em risco Património Mundial do Douro


Quercus pede ao Governo que pondere o que é mais importante para o país: o Douro como património mundial ou a barragem do Tua


A Quercus pediu ao Governo que pondere o que é mais importante para o país, o Douro como património mundial ou a barragem do Tua, face à possibilidade da UNESCO retirar a classificação devido ao impacto da barragem.

«Esperamos que o Governo procure pesar o que é mais importante para o desenvolvimento do país: se uma barragem ou se a classificação de património mundial da Região do Douro, até em termos de impacto turísticos», disse à Lusa a membro da associação ambientalista Quercus Susana Fonseca.

A construção da barragem de Foz Tua pode levar à perda da classificação do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial da UNESCO, de acordo com um relatório citado pelo jornal «Público».

A Icomos, uma associação de profissionais da conservação do património, realizou em Abril uma visita ao local e elaborou, a pedido do Governo português, um relatório sobre as consequências da construção da barragem.

Num relatório concluído no final de Junho e remetido ao governo português em agosto, a Icomos aponta os impactos negativos e graves da construção do empreendimento e sublinha que o Estado português não adoptou todos os procedimentos a que está obrigado perante a UNESCO no processo de análise e aprovação do projecto da barragem.

De acordo com o relatório elaborado pela Icomos, a construção da barragem terá «um impacto irreversível e ameaça o valor excepcional universal [que é o fundamento da classificação da UNESCO]».

Para Susana Fonseca da Quercus «não há de facto uma mais-valia de desenvolvimento económico de uma região associado à construção de barragens», acrescentou.

A deputada do partido Os Verdes Manuela Cunha afirmou à agência Lusa que a UNESCO não recebeu até Novembro qualquer resposta do Governo português a uma recomendação feita pela organização sobre o Alto Douro Vinhateiro. «Dessa missão ocorrida em Abril a UNESCO dirigiu uma recomendação ao Governo português que, segundo os hábitos da UNESCO, exige por parte do Governo um comentário», afirmou a deputada.

«Em Novembro desloquei-me à UNESCO, a Paris, para entregar um relatório arrasador relativo aos impactos da barragem de Foz Tua sobre o Alto Douro Vinhateiro», disse, por isso, considera que « a noticia não traz nada de novo em relação àquilo que os Verdes já no passado mês de Novembro tornaram público».

Segundo a mesma fonte, o PEV, através da deputada Heloísa Apolónia, já tinha dirigido um requerimento ao executivo a pedir uma resposta a essa recomendação.

O presidente da associação ambientalista GEOTA defendeu que o Governo deve parar de imediato a construção da barragem de Foz Tua. «O Governo deve mandar parar imediatamente as obras de Foz Tua e resgatar aquela concessão no sentido de garantir a continuidade não só dos valores enormes que temos no vale do Tua e que têm um potencial local turístico muito grande, como no sentido de garantir a continuidade do Douro património mundial», disse à Lusa João Joanaz de Melo.

Para João Joanaz de Melo, o impacto que a construção da barragem tem na região é tão negativo que a única razão que poderia ser aceite para a continuação das obras seria «o interesse público». O que, segundo o responsável da associação, não existe. «Trata-se de uma obra, do ponto de vista de política energética, perfeitamente inútil», referiu, defendendo que a poupança de electricidade seria muito mais útil.

Redacção/SM, in TVI24 - 7 de Dezembro de 2011

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Barragem do Tua pode levar à perda da classificação do Douro como Património Mundial da UNESCO






Ambiente e Património
Barragem do Tua pode levar à perda da classificação do Douro como Património Mundial da UNESCO

A construção da barragem de Foz Tua pode levar à perda da classificação do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial da UNESCO, de acordo com um relatório hoje citado pelo Público. A Quercus pediu ao Governo que pondere o que é mais importante para o país, o Douro como património mundial ou a barragem do Tua, face à possibilidade da UNESCO retirar a classificação devido ao impacto da barragem.

"Esperamos que o Governo procure pesar o que é mais importante para o desenvolvimento do país: se uma barragem ou se a classificação de património mundial da Região do Douro, até em termos de impacto turísticos", disse à Lusa a membro da associação ambientalista Quercus Susana Fonseca.

A Icomos, uma associação de profissionais da conservação do património, realizou em abril uma visita ao local e elaborou, a pedido do Governo português, um relatório sobre as consequências da construção da barragem.

Num relatório concluído no final de junho e remetido ao governo português em agosto, a Icomos aponta os impactos negativos e graves da construção do empreendimento e sublinha que o Estado português não adotou todos os procedimentos a que está obrigado perante a UNESCO no processo de análise e aprovação do projeto da barragem.

De acordo com o relatório elaborado pela Icomos, a construção da barragem terá "um impacto irreversível e ameaça o valor excecional universal 1/8que é o fundamento da classificação da UNESCO 3/8".

Para Susana Fonseca da Quercus "não há de facto uma mais-valia de desenvolvimento económico de uma região associado à construção de barragens", acrescentou.


in SIC Notícias - 7 de Dezembro de 2011

Ambiente: UNESCO alerta para impacto irreversível da construção da barragem do Tua na região do Douro





Ambiente
UNESCO alerta para impacto irreversível da construção da barragem do Tua na região do Douro







A UNESCO alerta para o impacto irreversível da construção da barragem do Tua na região do Douro vinhateiro. De acordo com o jornal Público, o Governo tem na gaveta um relatório da UNESCO que alerta para essa situação caso a barragem avance mesmo. A jornalista Rosa Azevedo refere que a região pode mesmo perder a distinção de património mundial.

in Antena 1 - 7 de Dezembro de 2011

Ambiente - Progama Nacional de Barragens: Barragem do Tua ameaça patrimómio mundial no Douro







Ambiente - Programa Nacional de Barragens
Barragem do Tua ameaça patrimómio mundial no Douro


A Quercus pediu hoje ao Governo que pondere o que é mais importante para o país, o Douro como património mundial ou a barragem do Tua, face à possibilidade da UNESCO retirar a classificação devido ao impacto da barragem.
«Esperamos que o Governo procure pesar o que é mais importante para o desenvolvimento do país: se uma barragem ou se a classificação de património mundial da Região do Douro, até em termos de impacto turístico», disse o membro da associação ambientalista Quercus Susana Fonseca.

A construção da barragem de Foz Tua pode levar à perda da classificação do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial da UNESCO, de acordo com um relatório hoje citado pelo Público.

A Icomos, uma associação de profissionais da conservação do património, realizou em abril uma visita ao local e elaborou, a pedido do Governo português, um relatório sobre as consequências da construção da barragem.

Num relatório concluído no final de junho e remetido ao governo português em agosto, a Icomos aponta os impactos negativos e graves da construção do empreendimento e sublinha que o Estado português não adotou todos os procedimentos a que está obrigado perante a UNESCO no processo de análise e aprovação do projeto da barragem.

De acordo com o relatório elaborado pela Icomos, a construção da barragem terá «um impacto irreversível e ameaça o valor excepcional universal [que é o fundamento da classificação da UNESCO]».

Para Susana Fonseca da Quercus «não há de facto uma mais-valia de desenvolvimento económico de uma região associado à construção de barragens», acrescentou.

Lusa/SOL, in SOL - 7 de Dezembro de 2011

Ambiente - Progama Nacional de Barragens: Protesto contra a destruição dos rios à porta da sede da EDP

Ambiente - Programa Nacional de Barragens
Protesto contra a destruição dos rios à porta da sede da EDP








GEOTA - LPN - QUERCUS - COAGRET, in Lisboa - 6 de Dezembro de 2011

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

À porta da sede da EDP: Ambientalistas protestaram contra construção da barragem de Foz Tua




À porta da sede da EDP
Ambientalistas protestaram contra construção da barragem de Foz Tua



Jornal de Notícias - 06 de Dezembro de 2011

Ambiente à porta da sede da EDP: Ambientalistas comparam barragens à destruição dos budas do Afeganistão pelos talibãs






Ambiente à porta da sede da EDP
Ambientalistas comparam barragens à destruição dos budas do Afeganistão pelos talibãs




Os ambientalistas comparam a destruição dos rios através da construção de barragens à destruição dos budas do Afeganistão pelos talibãs.
Quatro associações ambientalistas estiveram esta manhã em protesto em frente à sede da EDP, em Lisboa, contra a construção da barragem de Foz Tua, em Trás-os-Montes, e contra o Plano Nacional de Barragens.

O protesto foi promovido pelo GEOTA (Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente), LPN (Liga para a Proteção da Natureza), Quercus e COAGRET (Coordenadora dos Afetados pelas Grandes Barragens e Transvases).

O repórter Nuno Felício acompanhou esta manifestação.

Nuno Felício, in Antena 1 - 6 de Dezembro de 2011

Ambiente - Barragem de Foz-Tua: Ambientalistas contra construção da barragem






Ambiente - Barragem de Foz-Tua
Ambientalistas contra construção da barragem



Realizaram um protesto simbólico frente à EDP também para alertar a opinião pública para os custos do empreendimento

Duas dezenas de ambientalistas realizaram um protesto simbólico frente à EDP, em Lisboa, para pedir ao Governo que pare a construção da barragem que submergirá o vale do Tua e alertar a opinião pública para os custos do empreendimento.

«O custo de parar é muito mais baixo do que continuar. A concessão da barragem de Foz Tua custou cerca de 50 milhões de euros, resgatar a concessão custará talvez 60 milhões. Se a barragem for para a frente, aquilo que temos de pagar por ela, por meia dúzia de kilowatts/hora que não são necessários, porque é muito mais barato poupá-los do que estar a produzi-los, custará aos portugueses qualquer coisa como dois biliões de euros», afirmou Joana de Mello, dirigente do GEOTA, Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente, em declarações citadas pela agência Lusa.

Além do GEOTA, promoveram esta acção de protesto a Liga de Protecção da Natureza (LPN), a Quercus e a COAGRET, Coordenadora de Afectados pelas Grandes Barragens e Transvases.

A construção da barragem de Foz Tua, a cargo da EDP, faz parte de um Programa Nacional de Barragens (PNB) idealizado pelo Governo de José Sócrates e inclui a construção de nove outras barragens, das quais três são da responsabilidade da eléctrica portuguesa.

Os ambientalistas consideram que «as barragens são das formas mais agressivas que há de produzir electricidade e são neste momento a maior ameaça que há à biodiversidade em Portugal» e querem convencer a opinião pública a apoiar este protesto, além de prepararem o recurso a outras instâncias, como aos tribunais e à União Europeia.

«Este PNB é exactamente a mesma coisa que as SCUT e os estádios. Dizia-se que eram sem custos para utilizador, mas estamos a pagar agora a factura sob a forma de uma crise porque temos biliões de dívida», acrescentou Joana de Mello, salientando que pensam «lutar até as últimas consequências para evitar esta barbaridade sobre o património nacional, sobre a identidade nacional e sobre os bolsos de todos os portugueses».

Para os manifestantes, em contrapartida às barragens, dever-se-ia apostar nas «alternativas de desenvolvimento baseados nos valores locais que são únicos».

«A crise tem o factor positivo de nos obrigar a pensar nos investimentos e no que é essencial. Nós precisamos de energia, mas precisamos de produzir energia da forma mais eficiente. É o que diz o programa do Governo, é o que diz a Estratégia Europeia da Energia e o memorando da troika. O que nós queremos é que se cumpra no papel aquilo que se diz de boca, que é obtermos a nossa energia da forma mais barata possível e com o menor efeito possível», defendeu.

Entre as medidas que consideram essenciais estão a criação de «benefícios fiscais a quem fizer investimentos no sector da energia, seja na indústria, seja nas famílias», a aposta na eficiência energética e na requalificação urbana.

No protesto, os ambientalistas distribuíram um panfleto à população onde referem ainda que a construção da barragem irá custar aos consumidores e ao Estado entre 16 mil e 20 mil milhões de euros, ou seja, dois mil euros por cada português.

Em contrapartida «terá consequências sociais graves, contribuirá para o despovoamento da região, já empobrecida, do vale do Tua», destruirá «valores com potencial turístico e patrimonial», nomeadamente «o vale e linha do Tua».

Redacção/ACS, in TVI24 - 6 de Dezembro de 2011

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Economia assassina: EDP assina contrato de 76 milhões de euros para equipar barragem de Foz-Tua





Economia assassina
EDP assina contrato de 76 milhões de euros para equipar barragem de Foz-Tua




EDP assinou com um consórcio internacional um contrato de 76 milhões de euros para fornecimento de equipamentos para a barragem de Foz Tua. Este consórcio, de que faz parte uma empresa portuguesa, irá ser responsável pela totalidade das instalações da barragem, da central e dos circuitos hidráulicos. O investimento da EDP em Foz Tua, deverá atingir até ao final da década 3 mil e 200 milhões de euros. A empresa prevê que, no mesmo período, sejam criados 35 mil postos de trabalho.

in RTP - 21 de Novembro de 2011

domingo, 20 de novembro de 2011

Empresas - Dia 20 de Novembro é dia de boicote à EDP





Empresas
Dia 20 de Novembro é dia de boicote à EDP

Utilizadores pedem desligamento de equipamentos durante uma hora contra o que dizem ser «monopólio» da eléctrica

Anda a circular na Internet, entre utilizadores, um e-mail que apela a um boicote à EDP, apontado para o próximo dia 20 de Novembro.

No rol de acusações feitas pelo autor do e-mail - contra a empresa liderada por António Mexia - está não só o facto de a empresa se apresentar como um «monopólio» do sector mas também o poder que a própria eléctrica detém no país, «maior do que o do Governo de Portugal».

O apelo ao boicote surge numa altura de instauração de novas medidas de austeridade e que, argumenta o cidadão anónimo, a EDP foi capaz de contornar «em proveito próprio».

«Conseguiu (vá-se lá saber por que vias...) impedir uma medida que visava minorar os brutais aumentos da energia que se estão a verificar - e que vão, certamente, aumentar ainda mais os ditos lucros», denuncia.

Este plano (de se avançar para um boicote) já foi reencaminhado via correio electrónico a centenas de pessoas.

A ideia é que os consumidores desliguem todos os equipamentos domésticos durante 60 minutos no próximo dia 20 de Novembro, às 15h00.

No e-mail pode ainda ler-se que os utilizadores dos serviços da EDP apenas devem dar-se por satisfeitos, e deixar de repetir a acção, quando a empresa ajustar os preços «de forma a que os lucros se acertem pelo razoável, pelo socialmente justo e pelo moralmente correcto».

Pode ler em baixo, na íntegra, o conteúdo do e-mail que circula na Internet

«Vamos utilizar o nosso poder. Dia 20 de Novembro às 15.00 horas. A EDP já teme os prejuízos desta medida na escala dos vários milhões de portugueses, que estão conscientes do abuso a que estão sujeitos. Já recebi este e-mail 17 vezes nos últimos dias. Continuem a partilhar».

«A EDP mantém um nível de lucros totalmente incompatível com o estado do país e com os sacrifícios exigidos a todos nós. A EDP tem mais poder que o Governo de Portugal e conseguiu (vá-se lá saber por que vias) impedir uma medida que visava minorar os brutais aumentos da energia que se estão a verificar - e que vão, certamente, aumentar ainda mais os ditos lucros».

«A EDP mantém um monopólio (não de jure, mas de facto) uma vez que a concorrência não oferece aos consumidores domésticos (por exemplo) taxas bi-horárias».

«Proposta: no dia 20 de Novembro de 2011, às 15:00, a nível nacional, vamos, todos nós consumidores domésticos, desligar tudo durante uma hora (os nossos congeladores aguentam mais do que isso quando há uma «anomalia» na rede que nos deixa sem energia e as baterias dos nossos portáteis também)».

«Vamos repetir a acção até a EDP ter de nos pedir para parar com a coisa. Na qualidade de bons cidadão, que todos somos, pararemos mas só se os preços forem ajustados de forma a que os lucros da EDP se acertem pelo razoável, pelo socialmente justo e pelo moralmente correcto. Se gostarem da ideia, espalhem. Veremos no que dá».

Redacção SC, in Agência Financeira - 11 de Novembro de 2011

domingo, 13 de novembro de 2011

Campanha de poupança: Boicote à EDP







Campanha de poupança
Boicote à EDP


A EDP mantém um nível de lucros totalmente incompatível com o estado do país e com os sacrifícios exigidos a todos nós.

A EDP tem mais poder que o Governo de Portugal e conseguiu (vá-se lá saber por que vias...) impedir uma medida que visava minorar os brutais aumentos da energia que se estão a verificar - e que vão, certamente, aumentar ainda mais os ditos lucros.

A EDP mantém um monopólio (não... de jure, mas de facto) uma vez que a concorrência não oferece aos consumidores domésticos (por exemplo) taxas bi-horárias.

PROPOSTA:

- no dia 20 de Novembro de 2011, às 15:00, a nível nacional, vamos, todos nós consumidores domésticos, desligar TUDO durante uma hora (os nossos congeladores aguentam mais do que isso quando há uma "anomalia" na rede que nos deixa sem energia e as baterias dos nossos portáteis também);

- vamos repetir a acção até a EDP ter de nos PEDIR para parar com a coisa. Na qualidade de bons cidadão, que todos somos, pararemos mas só se os preços forem ajustados de forma a que os lucros da EDP se acertem pelo razoável, pelo socialmente justo e pelo moralmente correcto.



in Boicote à EDP - Novembro de 2011

domingo, 23 de outubro de 2011

barragens vão custar três défices públicos: Apelo à troika para parar barragens



Barragens vão custar três défices públicos
Apelo à troika para parar barragens

Empresas vão receber 16 mil milhões do Estado durante os próximos 70 anos, denunciam ecologistas e associações durienses.

Dezasseis mil milhões de euros é quanto o Estado vai pagar à EDP e à Iberdrola, as concessionárias das futuras barragens na bacia do Douro, durante os próximos 70 anos. Um “desastre económico, social e ambiental”, que é como define uma dezena de grupos ecologistas e locais.
Foi para impedir um "desastre económico, social e ambiental" que um conjunto de grupos ecologistas nacionais e de associações durienses se juntaram na elaboração de um documento que pretende explicar porque é que o Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH) deveria ser "imediatamente suspenso e revogado”. A instância de apelo é a famosa troika.

As concessionárias das futuras barragens vão produzir “metade da energia prevista” no plano, com o dobro do investimento pedido, mediante o pagamento anual de um subsídio do Estado de 49 milhões de euros. A isso somam-se 20 mil euros por megawatt produzido, assegurado pela lei da “Garantia de Potência”, que o ex-ministro Mira Amaral apelidou de “escandalosa” e recomendou “acabar, sob pena de ficar inviabilizada qualquer recuperação económica do país”.

Além do que sairá do Orçamento do Estado, as famílias também contribuirão para as barragens, pagando “mais 10% de electricidade para subsidiar as construções. Uma fraude sobre o Estado e sobre os cidadãos portugueses”, resume João Joanaz de Melo, presidente do GEOTA, um dos signatários da missiva à troika.

“Positivo é o facto de ainda ninguém ter desmentido a nossa exposição, a troika já ter começado a questionar o Governo sobre as barragens e os actuais ministérios da Economia e o do Ambiente responderem que estão preocupados com este assunto e que o estão a estudar”, revelou a mesma fonte, apontando que “é preciso que a opinião pública reaja e faça parar as barragens, como aconteceu com Foz Coa”.

São as seguintes as contas do grupo que contesta o negócio: durante as concessões das barragens, um total de 16 mil milhões de euros serão pagos às empresas de electricidade, que produzirão apenas 0,5% da energia consumida em Portugal, representam só 2% do potencial de energia que poderia ser obtida através de um programa de eficiência energética e respondem por 3% do aumento das necessidades energéticas do país.

“Se fossem feitos investimentos para obter uma eficiência energética equivalente ao que as novas barragens vão produzir, as contas de electricidade baixariam 10%.

Mas, se fossem feitos investimentos com vista a obter o potencial máximo de eficiência energética, as contas dos consumidores baixariam 30%”, explica o estudo enviado à troika. Os investimentos em causa, na versão mais intensiva e dispendiosa, rondariam os 410 milhões de euros e teriam retorno em menos de três anos.

Além dos efeitos económicos, as barragens têm demonstrados prejuízos para o património natural e cultural e para a economia da região. “Ao contrário do que diz a propaganda oficial, as barragens geralmente não geram desenvolvimento local. Criam empregos na construção, mas muito menos do que noutros tipo de investimento, e apenas temporariamente. Por exemplo, projectos de eficiência energética ou de renovação urbana beneficiam toda a economia (famílias, Estado e instituições privadas, pequenas e grandes empresas) e geram cerca do dobro de empregos por milhão de euros investidos, em comparação com barragens ou outras grandes obras públicas”, argumentam.

A quem é que aproveita o crime?”, questiona Joanaz de Melo. “Estas decisões não foram tomadas no interesse público, mas é do interesse público parar o programa nacional de barragens. Temos de parar este desastre”, concluiu.


Erika Nunes, in Jornal de Notícias, N.º 138, Ano 124 (pp. 48 e 49) - 17 de Outubro de 2011

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Mondim de Basto - Barragem de Fridão: Declaração de Impacte Ambiental chumba proposta da Rede Eléctrica Nacional







Mondim de Basto - Barragem de Fridão

Declaração de Impacte Ambiental chumba proposta da Rede Eléctrica Nacional

Foi emitida, no passado dia 30 de Setembro, a Declaração de Impacte Ambiental (DIA) relativa ao projecto da Linha Eléctrica de Muito Alta Tensão, sendo a mesma desfavorável para os troços apresentados para o concelho de Mondim de Basto.


Humberto Cerqueira, Presidente da Câmara Municipal, ciente das consequências negativas que um projecto desta natureza acarreta para o concelho e sua população, fez saber publicamente, que está contra a Linha Eléctrica de Muito Alta Tensão, conforme proposta que apresentou em reunião de Câmara no passado dia 12 de Maio. Mais, aquando do período de participação pública, a autarquia Mondinense remeteu à Agência Portuguesa do Ambiente, uma parecer técnico devidamente fundamentado, no qual apresentou a sua posição desfavorável aos troços 6ª e 6B, por considerar quês estes eram muito prejudiciais quer do ponto de vista socioeconómico, quer do ponto de vista ecológico.

A Declaração de Impacte Ambiental veio a confirmar aquilo que a Câmara Municipal defende, tendo mesmo atendido às alegações apresentadas em sede própria. Uma vez mais o Presidente da Câmara coloca-se ao lado das populações na defesa dos seus interesses.

in Notícias de Vila Real - 14 de Outubro de 2011

sábado, 10 de setembro de 2011

PNBEPH: Novas barragens=crimes



PNBEPH
Novas barragens=crimes


O JN trazia esta semana dois artigos que se interligam profundamente. Num, o Norte como região turística preferida dos portugueses, sobretudo pela natureza e paisagem. No outro, o retrato da futura barragem do Tua. Questão: é possível destruir um rio como o Tua e manter-se a ficção de que o turismo é o maior activo do país?

As barragens foram propagandeadas por Salazar como o milagre da energia barata e são hoje responsáveis por uma parte da produção de electricidade nacional, além de terem melhorado o controlo do caudal dos rios. Foi assim por todo o Mundo. Mas já se evoluiu muito desde então e hoje percebe-se melhor que elas têm um custo implícito, porque os ecossistemas vão sendo profundamente alterados e a nossa saúde paga todos os dias a factura...

Infelizmente, para a maioria das pessoas, isto é conversa. O que importa é se a conta da luz é mais barata. Começo então por aqui: o plano de barragens posto em marcha pelo Governo Sócrates inclui uma engenharia financeira tipo "scut" cujo custo só vamos sentir daqui a uns anos de forma brutal - e aí já será tarde. Uma plataforma de organizações ambientais entregou esta semana à troika um documento que explica onde nos leva o plano da outra "troika" (Sócrates-Manuel Pinho-António Mexia). As 12 obras previstas que incluem novas barragens e reforço de outras já existentes produzem apenas o equivalente a três por cento de energia eléctrica do país, mas vão custar ao Orçamento do Estado e aos consumidores 16 mil milhões de euros... O documento avisa que a conta da electricidade vai, a prazo, incluir um agravamento de 10% para suportar mais este negócio falsamente "verde". A EDP, a Iberdrola, etc., receberão um subsídio equivalente a 30% da capacidade de produção, haja ou não água para produzir. Mesmo paradas, recebem. A troika importa-se com isto?

Os especialistas das organizações ambientais dizem, desde o princípio, que as novas barragens poderiam ser evitadas se houvesse aumento de capacidade das barragens existentes. Era mais barato e a natureza agradecia. Infelizmente a EDP apostou milhões para conseguir novas barragens, e isso incluiu antecipação de pagamentos de licenças que ajudaram o ex-ministro das Finanças Teixeira dos Santos a cobrir uma parte do défice de 2009, além da mais demagógica e milionária campanha publicitária da década, em que se fazia sonhar com barragens como se fossem os melhores locais do Mundo para celebrar a natureza...

Estes monstros de betão vão agora destruir dois rios da região do Douro, desnecessariamente. O Sabor, por exemplo, é uma jóia de natureza ainda selvagem. À medida que o turismo ambiental cresce globalmente, mais Portugal teria a ganhar com um Parque Natural do Douro Internacional ainda inóspito, genuíno. Já não será assim. A barragem em construção inclui uma albufeira de 40 quilómetros onde se manipula o rio de trás para a frente, com desníveis súbitos, acabando com a vida fluvial endógena e o habitat das espécies em redor.

Não menos grave é a destruição do rio Tua e da centenária linha do comboio. Uma vez mais o argumento é "progresso" - os autarcas e as populações acreditam que os trabalhadores da construção civil, que por ali vão andar por uns anos a comer e a dormir nas pensões locais, garantem a reanimação da economia... Infelizmente, não vêem o fim definitivo daquela paisagem e da mais bela história ferroviária de Portugal. Uma linha erigida a sangue, suor e lágrimas. Única. E que deveria ali ficar, mesmo que não fosse usada ou rentável, até ao dia em fosse entendida como um extraordinário monumento da engenharia humana e massivamente visitada enquanto tal.

Ao deixarmos cometer mais estes crimes, em troca de um mau negócio energético, não percebemos mesmo qual o nosso papel no Mundo. Esquecemos que a Natureza nos cobra uma factura muito pesada quando destruímos a fauna e a flora. Estamos a comprometer a qualidade da água e das colheitas de que precisamos para viver, com consequências para a nossa saúde e a das gerações vindouras. Se ainda não sabemos isto, sabemos zero. E ainda por cima vamos pagar milhões. É triste.

Daniel Deusdado, in Jornal de Notícias, N.º 99, Ano 124 (p. 20) - 8 de Setembro de 2011

sábado, 7 de maio de 2011

Tâmega - Barragens: Luís van Zeller reafirma posição contrária ao alinhamento do Presidente da Câmara Municipal de Amarante com a EDP





Tâmega (Amarante) - Barragens
Luís van Zeller reafirma posição contrária ao alinhamento do Presidente da Câmara Municipal de Amarante com a EDP





Luís van Zeller de Macedo, in Amarante TV - 1 de Maio de 2011
Presidente da Associação Cívica Pró-Tâmega
Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega (Amarante)

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Ambiente - Programa Nacional de Barragens: OCDE critica Portugal por causa das barragens






Ambiente - Programa Nacional de Barragens
OCDE critica Portugal por causa das barragens




A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) considera que Portugal tem vindo a melhorar em matéria de desempenho Ambiental nos últimos dez anos, mas defende que ainda existem vários desafios, alguns difíceis de concretizar por causa da crise económica. O desperdício de energia e a construção de barragens são dois dos pontos fracos apontados pela OCDE, como resume a jornalista Arlinda Brandão.

Arlinda Brandão, in Antena 1 - 11 de Abril de 2011

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

EDP promove ciclo de concertos com Orquestra do Norte: Múuuuuusica...!

Múuuuuusica...!

"EDP promove ciclo de concertos com Orquestra do Norte
Iniciativa cultural leva música clássica às regiões das novas barragens EDP"

Não falta quem nos dê música...! ...para nos embalar ..., para nos adormecer ...

Também já percebi que não falta quem ganhe uns cobres com esta iniciativa e a da Orquestra Geração!

Mas esta de dar música aos "afogados" não lembraria ao diabo!

Não sei porquê, mas lembrei-me de imediato do Titanic!


António Aires, in ForçaFridão - 25 de Outubro de 2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

EDP promove ciclo de concertos com Orquestra do Norte: Iniciativa cultural leva música clássica às regiões das novas barragens






EDP promove ciclo de concertos com Orquestra do Norte
Iniciativa cultural leva música clássica às regiões das novas barragens
.
A Orquestra do Norte, com o apoio da EDP, vai dar início a um ciclo de concertos que levará alguns dos melhores intérpretes nacionais a Mogadouro, Vila Velha de Ródão, Amarante e Vila Real.

O primeiro espectáculo dos “Concertos EDP / ON – A Música da Energia” tem lugar a 23 de Outubro, em Mogadouro, terminando a 12 de Dezembro, na Igreja de São Gonçalo, em Amarante. Serão apresentadas obras dos compositores Miguel Faria, Mozart, Dvorák, Rimsky-Korsakov, Joseph Haydn, Jean Sibelius, Camille Saint-Saens. Os concertos são gratuitos e abertos a toda a população.

Esta é mais uma das iniciativas culturais, educativas e sociais que a EDP, através da Fundação EDP, tem vindo a apoiar e promover nas regiões de implantação de novas barragens. Projectos conjuntos com instituições regionais que promovam o desenvolvimento e a redução das assimetrias.

O Grupo tem em curso um plano de investimentos em energia hídrica, prevendo a construção de cinco novas barragens (Baixo Sabor, Ribeiradio, Foz Tua, Fridão e Alvito) e reforço de seis já existentes (Picote, Bemposta, Alqueva, Venda Nova, Salamonde, Paradela).


in EDP - 19 de Outubro de 2010